Elefantes — Al Olvido letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Al Olvido" de Elefantes.
Letra
Hace tiempo que me cuesta hablar
Como un miedo a no saber estar
Donde los demás me piden que esté
Miedo no se bien a qué…
Y cada día creo un poco más
Que la edad nos va haciendo callar
Ya no digo tonterías por decir
Me asusta lo que creen de mí…
Al olvido
Todo cuanto he aprendido
Si ha de hacerme tanto daño
Lo que guardo en el cajón
Yo se lo regalo al olvido
Todos y cada momento
Que hasta hoy llevaba dentro
No los quiero junto a mí
Se los regalo al olvido
Creía que hacerse mayor
Te otorgaba algo más de control
Por lo menos mi caso no es así
Hay cosas que aun no se decir
Y me confunde la gente al pasar
Pánico a encontrarme a alguien
Y tenerme que parar a saludar
No se me ocurre qué decir
Al olvido
Todo cuanto he aprendido
Si ha de hacerme tanto daño
Lo que guardo en el cajón
Yo se lo regalo al olvido
Todos y cada momento
Que hasta hoy llevaba dentro
No los quiero junto a mí…
Voy a dejarlos aquí
Mientras salgo a pasear
Alguien se los llevará
Y así quizás al volver
Puede ser que ya no estén aquí…
Y me iré solo por el callejón
Escondiéndome de los demás
Quizás nadie me vea correr
Tradução da letra
Há muito que me custa falar
Como um medo de não saber estar
Onde os outros me pedem para estar
Medo não sei bem de quê…
E cada dia eu crio um pouco mais
Que a idade nos faz calar
Já não digo disparates para dizer
Assusta me o que pensam de mim…
Esquecimento
Tudo o que aprendi
Se me fizer tanto mal
O que guardo na gaveta
Eu ofereço o ao esquecimento
Todos e cada momento
Que até hoje tinha dentro
Não os quero ao meu lado
Ofereço Os ao esquecimento
Pensei em ficar mais velho
Dava Te mais controlo
Pelo menos o meu caso não é assim
Há coisas que ainda não sei dizer
E as pessoas confundem me ao passar
Pânico para encontrar alguém
E ter que parar para dizer olá
Não consigo pensar no que dizer
Esquecimento
Tudo o que aprendi
Se me fizer tanto mal
O que guardo na gaveta
Eu ofereço o ao esquecimento
Todos e cada momento
Que até hoje tinha dentro
Não os quero ao meu lado…
Vou deixá-los aqui
Enquanto vou passear
Alguém os levará
E assim, talvez, ao voltar
Talvez já não estejam aqui…
E vou sozinho pelo beco
Escondendo-me dos outros
Talvez ninguém me veja correr