El Vicio Del Duende — A Contrarreloj letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "A Contrarreloj" de El Vicio Del Duende.

Letra

Perderme nunca se me dio bien
Que siempre termino borracho…
Luego a la mañana vuelvo a ser
Siempre la misma canción…
Me enfrento con el espejo y no encuentro la voz
Ahora de nada sirvió esconderme a dulces tragos…
Beberme los bares es la ley…
Ya no guardo un as en la manga
Que pueda salvarme si al volver
Me encuentro en esta canción
De habitaciones vacías en el corazón
Y va matándome el sol, va llenándome de nada…
Y aunque sepa que voy a contrarreloj
Me detengo y busco la canción
La inocencia que ya se perdió…
Voy perdiendo junto al tiempo la razón
Voy quedándome vacío, voy muriéndome de frío…
No me digas que no quedan sobras
Ni cenizas de lo que hicimos arder…
Ni un calendario marchito
Que la luna me ha contado a solas
Que me muero y no tengo nada que hacer
Salvo morirme contigo…
Me callo aun sabiendo que después
Me muero por hablar contigo
Me quedo mirando la pared…
Siempre repito que no
Guardo palabras prohibidas dentro del cajón
Pero me engancha tu olor cada noche que aparece…
Y aunque sepa que voy a contrarreloj
Me desvelo y busco inspiración
Donde nunca pueda alcanzarme el sol…
Ni mis noches de locura, ni tu adios
Ni el recuerdo de aquel niño, ni los sueños con tu ombligo…
No me digas que no quedan sobras
Ni cenizas de lo que hicimos arder…
Ni un calendario marchito
Que la luna me ha contado a solas
Que me muero y no tengo nada que hacer
Salvo morirme contigo…
Cada noche o te recuerdo a solas
O me olvido de olvidarte y otra vez…
Me pierdo entre las farolas
No han parado de correr las horas
Y la vida una partida de ajedrez
Que a contrarreloj se ahoga

Tradução da letra

Perder me nunca me deu bem
Que acabo sempre bêbado…
Logo de manhã volto a ser
Sempre a mesma música…
Enfrento o espelho e não encontro a voz
Agora não adianta esconder me a doces bebidas…
Beber os bares é a lei…
Já não guardo um ás na manga
Que me possa salvar se ao voltar
Encontro me nesta canção
De quartos vazios no coração
E vai matar-me o sol, vai encher-me de nada…
E mesmo que saiba que vou contra o tempo
Eu paro e procuro a música
A inocência que já se perdeu…
Estou a perder a razão ao mesmo tempo
Vou ficar vazio, vou morrer de frio…
Não me digas que não há sobras
Nem cinzas do que fizemos arder…
Nem um calendário murcho
Que a lua me contou a sós
Que eu morro e não tenho nada para fazer
Excepto morrer contigo…
Calo me mesmo sabendo que depois
Mal posso esperar para falar contigo
Fico a olhar para a parede…
Repito sempre que não
Eu Guardo palavras proibidas dentro da gaveta
Mas engancha o teu cheiro todas as noites que aparece…
E mesmo que saiba que vou contra o tempo
Eu me desvelo e procuro inspiração
Onde o sol nunca me possa alcançar…
Nem as minhas noites de loucura, nem o teu adeus
Nem a memória daquela criança, nem os sonhos com o teu umbigo…
Não me digas que não há sobras
Nem cinzas do que fizemos arder…
Nem um calendário murcho
Que a lua me contou a sós
Que eu morro e não tenho nada para fazer
Excepto morrer contigo…
Todas as noites ou lembro me de TI sozinha
Ou esqueço me de te esquecer e de novo…
Perco me entre as luzes da rua
Não pararam de correr as horas
E a vida um jogo de xadrez
Que ao contrarrelógio se afoga