El Piporro — Gumaro Sotero letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Gumaro Sotero" de El Piporro.
Letra
(Se murió Gumaro, se murió Gumaro,
Mentiras ese pelado que se va a morir,
Nadie lo quería creer y se murió, se murió)
Me estoy acordando,
Señores presentes, amigos de mi camada,
Que un día como este, 14 de enero,
Se murió pa siempre, Gumaro Sotero
Gumaro era hombre cabal y sincero
Y aunque siempre armas portaba,
Más que a su pistola, los hombres temían
De Gumaro, su mirada
(Que mirada tan pesada, era un plomo
Te dejaba caer los ojos en la frente, y sentías,
El golpanazo en el cogote,
Pedía la cuenta en la cantina,
Nomás veía el papel, y se borraban los números
Cuanto debo, vengan los de la casa,
Con botana y cacahuate)
Quien iba a decir, que Gumaro Sotero,
Que tú amor del alma, dos cartas jugaba
A ti y a Pargeres les dijo, te quiero
Su nova Eduviges, que mal se portaba
(La novia era mancornadora
Recibía primero a Prageres y luego a Gumaro
Pero donde no se va Plageres
Y donde llega más temprano Gumaro)
Gumaro encelado, clavo su mirada
Reclamándole a Eduviges,
Pero ella juraba, yo a ti nomás quiero
Ay Gumaro no te fijes
(Y no se fijo, no se fijo)
Que el visco Prageres, saco su pistola,
Y a su rival le gritaba,
La afrenta me pagas, ahí te van las balas
Y Gumaro, tú le bailas,
(Y balazos, y balazos, y Gumaro no bailaba
Y más balazos, y no bailaba,
Como iba a bailar, si ya se lo habían bailado)
Quien iba a decirte, Gumaro Sotero,
Que el visco Pargeres disparo, certero
Te tiro a las patas, pa hacerte bailar,
Y en el corazón te vino a pegar
(No vayan a mandar flores, Gumaro era muy macho)
Tradução da letra
(Gumaro morreu, gumaro morreu,
Mentiras aquele careca que vai morrer,
Ninguém queria acreditar e ele morreu, ele morreu)
Estou a lembrar me,
Senhores presentes, amigos da minha ninhada,
Que um dia como este, 14 de janeiro,
Ele morreu Pa sempre, Gumaro Sotero
Gumaro era um homem sincero e sincero
E apesar de ter sempre armas,
Mais do que a sua arma, os homens temiam
De Gumaro, seu olhar
(Que olhar tão pesado, era um chumbo
Deixava-Te cair os olhos na testa e sentias,
A pancada na porra,
Estava a pedir a conta na cantina,
Só via o papel, e apagavam-se os números
Quanto devo, venham os da casa,
Com manteiga e amendoim)
Quem diria, que Gumaro Sotero,
Que seu amor da alma, duas cartas jogava
Disse-te a ti e ao Pargeres, amo - te
Sua nova Eduviges, que mal se comportava
(A noiva era mancornadora
Recebia primeiro o Prageres e depois o Gumaro
Mas onde não vai Plageres
E onde gumaro chega mais cedo)
Gumaro encelado, prego seu olhar
A reclamar ao Edviges,
Mas ela jurava, eu só te quero a ti
Gumaro não olhes
(E não fixo, não fixo)
Que o visco Prageres, tiro a arma dele,
E o seu rival gritava,
A afronta Paga - me, aí vão as balas
E gumaro, tu danças com ele,
(E tiros, e tiros, e Gumaro não dançava
E mais tiros, e não dançava,
Como ia dançar, se já tinham dançado)
Quem te ia dizer, Gumaro Sotero,
Que o visco Pargeres disparou, certeiro
Atiro - Te às patas, para te fazer dançar,
E no coração veio bater te
(Não vão mandar flores, Gumaro era muito macho)