El Halcon De La Sierra — Mi Ultimo Contrabando letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi Ultimo Contrabando" de El Halcon De La Sierra.
Letra
Quiero cuando muera escuchen ustedes
Asi es mi gusto y nimodo
Mi caja latina y yo bien vestido
Y con mis alajas de oro
En mi mano izquierda un cuerno de chivo
Y en la otra un kilo de polvo
Buena tejana y botas de avestruz
Y mi cinturon piteado
Y un chaleco de venado
Para que san pedro le diga a san juan ahi viene un toro pesado
Sera mi ultimo viaje y no quiero hacerlo en vano
Quiero que me entierren al pie de la sierra
Con mi ultimo contrabando
Si yo no naci pa si a ver si me acepta el diablo
Quiero en mi velorio nomas mis amigos
Los que anden en este rollo
Llevando platillos y tambien buchannas
Que a todos le ofrezcan polvo
Que jueguen baraja
Tambien gallos finos como hacen los meros toros
Yo voy a dejarles en mis funerales todos los gastos pagados
Que cante el halcon cuando ya me estan velando
Que grite muy fuerte
Transtorne el corrido de mi ultimo contrabando
Adornen mi tumba entera con goma y ramas de mota
Y si se pudiera quisiera pedirles
Que me entierren con mi troca
Nomas pa’que vean que la tierra
No se trago cualquier cosa
Tradução da letra
Quero quando morrer ouçam vocês
Assim é o meu gosto e nimodo
Minha caixa latina e eu bem vestido
E com as minhas jóias de ouro
Na minha mão esquerda um chifre de Bode
E no outro um quilo de pó
Boa texana e botas de avestruz
E o meu cinto bip
E um colete de veado
Para que São pedro diga a São João Aí vem um touro pesado
Será a minha última viagem e não quero fazê lo em vão
Quero que me enterrem ao pé da Serra
Com o meu último contrabando
Se eu não nascer para ver se o diabo me aceita
Quero os meus amigos no meu velório
Os que andarem neste rolo
Carregando pratos e também buchannas
Que todos lhe ofereçam pó
Que joguem baralho
Também galos finos como fazem os meros touros
Vou deixar vos no meu funeral todas as despesas pagas
Que cante o halcon quando já me estão a vigiar
Que grite muito alto
Transtorne o meu último contrabando
Adornem o meu túmulo inteiro com borracha e ramos de mota
E se pudesse gostaria de pedir lhes
Que me enterrem com a minha tralha
Só para que vejam que a terra
Ele não bebe nada