El Barrio — Vendimias Moras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vendimias Moras" de El Barrio.

Letra

A la vendimia mora, mora, mora,
A la vendimia yo me voy a «najá»,
Pa juntar cuatro doblones,
Que no me falte de na. (bis)
Pasaste por mis umbrales
Y la noche se hizo día,
Tu te morías por verme
Y ahora soy yo el que se muere,
Las vueltas que da la vía.
Te conformabas con verme
Y en tu boca siempre no,
Grandes fatigas las mías,
El más infeliz de este mundo
Está viviendo mejor que yo.
Me compadezco, pobre del pobre
Y pobrecito del que se duerme.
Con los amores hay que estar alerta
Si no se los lleva la corriente.
A la revolver (bis)
Te entren buenos pensamientos
Y que me vuelvas a querer.
Se deja llevar por el sueño de unos besos,
Túnica morá y en la cara un pañuelo
Dueña de un sultán de mezquitas de terciopelo.
Lleva tatuada las estrellas y los vientos,
Vive encadenada a las arenas del desierto,
Dueña de un sultán de mezquitas de terciopelo

Tradução da letra

Amora silvestre, amora silvestre, amora silvestre,
Para o vintage eu vou para " najá»,
Pa juntar quatro dobrões,
Não falte na. (bis)
Passaste pelos meus limites
E a noite tornou se dia,
Tu morrias por me ver
E agora sou eu que estou a morrer,
As voltas que dá a via.
Contentavas-te em ver-me
E na tua boca sempre não,
Grandes fatigas as minhas,
O mais infeliz deste mundo
Está a viver melhor do que eu.
Tenho pena de mim, pobre do pobre
E coitadinho de quem dorme.
Com os amores é preciso estar alerta
Se a corrente não os levar.
À revolver (bis)
Você entra em bons pensamentos
E que me voltes a amar.
Ele se deixa levar pelo sonho de alguns beijos,
Túnica morá e no rosto um lenço
Dona de um sultão de mesquitas de veludo.
Ela tem tatuado as estrelas e os ventos,
Vive acorrentada às areias do deserto,
Dona de um sultão de mesquitas de veludo