El Barrio — Las Playas de Invierno letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Playas de Invierno" de El Barrio.
Letra
Amiga
las playas de invierno
la risa y el viento
siguen oliendo a ti amiga mi casa, mi cama,
mi ropa mi almohada
siguen oliendo a ti amiga mi soledad,
mi desvario, mi tristeza
y mis sentidos
siguen preguntandome
por ti amiga… por ti Y yo batallo
con mi mente
y hago todo por ganar
pero siempre esta presente
esta maldita soledad
es que me tienes prisionero
de la carcel del recuerdo
vuelve pronto carcelera
por favor te echo de menos
Amiga
sentada en la roca
donde nos juramos
un eterno amor
amiga se seca mi boca
los dias que pasan
son puro dolor
amiga yo me peleo
con mi conciencia
porque veo
que la impaciencia
hizo morir la ilusion
amiga yo quiero
que vuelvas
amiga… amor
Y yo batallo
con mi mente
y hago todo por ganar
pero siempre esta presente
esta maldita soledad
es que me tienes prisionero
de la carcel del recuerdo
vuelve pronto carcelera
por favor te echo de menos
El tiempo azota mi mente,
apenas tengo espacio para respirar
soy el viento que barre el desierto ya solo me queda,
soledad soledad que me la impuso el recuerdo soledad maldita soledad a veces,
el mar trae a micuarto poniente que azota mi ventanal
y mi cuerpo es la sombra de aquel que solia luchar amiga,
las playas de invierno siguen y seguiran oliendo a ti
Tradução da letra
Amiga
as praias de inverno
o riso e o vento
ainda cheiram a ti, amiga, a minha casa, a minha cama,
as minhas roupas a minha almofada
ainda cheiram a ti minha solidão,
o meu desvario, a minha tristeza
e os meus sentidos
continuam a perguntar me
por ti amiga Bat por ti e eu bato-lhe
com a minha mente
e faço tudo para ganhar
mas está sempre presente
esta maldita solidão
é que me tens prisioneiro
da prisão da memória
volta depressa carcereira
por favor sinto a tua falta
Amiga
sentada na rocha
onde juramos
um amor eterno
amigo seca minha boca
os dias que passam
eles são pura dor
amiga eu luto
com a minha consciência
porque eu vejo
que a impaciência
fez morrer a ilusão
amiga eu quero
que voltes
amiga amor amor
E eu bati
com a minha mente
e faço tudo para ganhar
mas está sempre presente
esta maldita solidão
é que me tens prisioneiro
da prisão da memória
volta depressa carcereira
por favor sinto a tua falta
O tempo chicoteia minha mente,
mal tenho espaço para respirar
sou o vento que varre o deserto já só me resta,
solidão solidão que me impôs a lembrança solidão maldita solidão às vezes,
o mar traz o micuarto poente que chicoteia a minha janela
e o meu corpo é a sombra daquele que costumava lutar amiga,
as praias de Inverno continuam e continuarão cheirando a você