El Barrio — Enero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Enero" de El Barrio.

Letra

Hace frío, mes de enero
En el ala, de mi sombrero
Hoy se posan, mariposas
Con cuerpos de caramelo
Don Lorenzo, se me muere
Catalina, se entretiene
Viendo como, los quereles
Se esconden tras unos besos
Y yo probé, de las mieles de unos labios
Y era tan dulce, tan dulce, tan dulce esa condena
Que pensé que entre lo dulce y amargo
Existiría un mundo de diferencia
Y yo probé, de las mieles de unos labios
Y sin quererlo, sin quererlo te robaba la inocencia
Que por tu amor colga como un escapulario
Si un día he amado y ha sido pecado,
por favor, ¡clemencia!
Amor, amor, amor, amor
¡Ay! Amor, amor, amor, amor
Amor, amor, amor, amor
Porqe yo sien, como se rompe mi corazón
Como soy el dueño y señor de la noche
Hoy voy a bajar la luna y hasta tu balcón
Hace frío, mes de enero
En el ala, de mi sombrero
Hoy se posan, mariposas
Con cuerpos de caramelo
Don Lorenzo, se me muere
Catalina, se me entretiene
Viendo como, los qereles…
Aqel que tenga un amor
¡Ay! Que lo cuide; ¡ay! Que lo cuide…
Y que qién no lo tenga
No se descuide, no se descuide…
Aqel qe sufra de amor
Que se imagine, que se imagine…
Que es como una habitación
(Ay, se abren ventanas y que se ventile)
¡Ay! Qién no sabe navegar
Y ni siquiera monta en barco
Desafía a los océanos (x2)
Y se ahoga en los charcos
El amor es ciego y va acompañao de la locura
Hay amores pasajeros y hay amores que duran y duran
Amores que son muy humanos,
amores que extrañaríamos
Amores que son de verano,
amores pa toa la vida…
Amor, amor, amor, amor
¡Ay! Amor, amor, amor, amor
Amor, amor, amor, amor

Tradução da letra

Está frio, mês de Janeiro
Na asa, do meu chapéu
Hoje eles posam, borboletas
Com corpos de caramelo
Don Lorenzo, estou a morrer
Catarina, entretém-se
Vendo como, os quereles
Escondem se atrás de uns beijos
E eu provei, dos méis de uns lábios
E era tão doce, tão doce, tão doce essa condenação
Que pensei que entre o doce e o amargo
Existiria um mundo de diferença
E eu provei, dos méis de uns lábios
E sem querer, sem querer roubava-te a inocência
Que pelo teu amor colga como um escapulário
Se um dia eu amei e foi pecado,
por favor, clemência!
Amor, amor, amor, amor
Ai! Amor, amor, amor, amor
Amor, amor, amor, amor
Porqe yo sien, como ele quebra meu coração
Como eu sou o dono e Senhor da noite
Hoje vou baixar a lua e até a tua varanda
Está frio, mês de Janeiro
Na asa, do meu chapéu
Hoje eles posam, borboletas
Com corpos de caramelo
Don Lorenzo, estou a morrer
Catarina, entretém-me
Vendo como, os qereles…
Aqel que tenha um amor
Ai! Toma conta dele. Que cuide dele…
E que o qién não o tenha
Não se negligencie, não se negligencie…
Aqel qe sofra de amor
Que se imagine, que se imagine…
Que é como um quarto
(Ai, janelas abertas e ventilar)
Ai! O Qién não sabe navegar
E nem sequer anda de barco
Desafie os oceanos (x2)
E se afoga nas poças
O amor é cego e vai acompanhao da loucura
Há amores passageiros e há amores que duram e duram
Amores que são muito humanos,
amores que sentiríamos falta
Amores que são de Verão,
amores Pa toa a vida…
Amor, amor, amor, amor
Ai! Amor, amor, amor, amor
Amor, amor, amor, amor