El Barrio — El Miedo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Miedo" de El Barrio.

Letra

Que no me atormente la noche
Que el tiempo no azote mi mente
Que siga el transcurso la vida
Y q me sea todo indiferente
Que el aire no sea la nostalgia
Y el cielo sea azul todo el día
Que el miedo
no entren mi cuerpo
Tampoco la melancolía
Que no me visite el silencio
Que no llame
a mi puerta el recuerdo
Que hoy no me vista la pena que siempre,
que siempre me viste de negro.
Era indiferente
Si pienso en el olvido estas presente
No endulces mi sueño
Que luego lloro y sufro por tus besos
Lereireire…
No quiero caer en tus redes
que siempre
han pescado las almas
Que aconsejan que no desesperes
y luego se ahogan con calma
Si tengo que beber de este cáliz
que sea tu voluntad y no la mía
No quiero enamorarme, que duele
no llegan a cerrar mis heridas
Que no me visite el silencio
Que no llame
a mi puerta el recuerdo
Que hoy no me vista la pena
que siempre, que siempre me viste de negro
Eres indiferente
Si pienso en el olvido estas presente
No endulces mi sueño
Que luego lloro
y sufro por tus besos.
Lereireire…

Tradução da letra

Que não me atormente a noite
Que o tempo não chicoteie minha mente
Que siga o curso a vida
E q seja me tudo indiferente
Que o ar não seja a nostalgia
E o céu seja azul o dia todo
Que o medo
não entrem no meu corpo
Nem a melancolia
Que o silêncio não me visite
Que não ligue
à minha porta a lembrança
Que hoje não me vista a pena que sempre,
que sempre me viste de preto.
Ele era indiferente
Se penso no esquecimento estás presente
Não adula o meu sonho
Que depois choro e sofro pelos teus beijos
Lereireire…
Não quero cair nas tuas redes
que sempre
as almas pescaram
Que aconselham que você não se desespere
e então eles se afogam calmamente
Sim tenho de beber deste cálice
que seja a tua vontade e não a minha
Eu não quero me apaixonar, que dói
não conseguem fechar as minhas feridas
Que o silêncio não me visite
Que não ligue
à minha porta a lembrança
Que hoje não me vista a pena
que sempre, que sempre me viste de preto
És indiferente
Se penso no esquecimento estás presente
Não adula o meu sonho
Que depois choro
e sofro pelos teus beijos.
Lereireire…