El Barrio — Crónicas de un Gay letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Crónicas de un Gay" de El Barrio.
Letra
(Si el amar libremente es pecado
He pecado libremente por amar?
«NA» mas fue ver la luz
Lo bautizaron de sinvergüenza
Sin camisita y sin canesu
Pero Manuel juega con muñecas
Nunca ha visto el cielo azul
Siempre tuvo indiferencia
Aunque con una inquietud
Vestía de blanco sus inocencias
No tuvo norte ni tuvo sur
Pero muy clara sus ideas
«NA» mas fue ver la luz
Y presagiaron su adolescencia
Que llevaría en esclavitud
Como castigo y penitencia
Amanerada su aptitud
La sociedad no le importaba si
Algún dia lo trataba
Con desprecio y con ausencia
Sin camisita y sin canesu
Pero Manuel juega con muñecas
ESTRIBILLO
Y que gracia le da
Ver señores que esconden tras la sotana unas
Ideas equivocadas
A la que enseño el señor
Le da vergüenza como imponen su doctrina
Crucifican a la vida y hablen en pos del amor
Es imposible que en el siglo veintiuno
Todavia guarden ayuno y vallan de antipecador
Mas le valdria un examen de conciencia
Vaya hacer que su excelencia
Sea «acusao» de dictador
«NA» mas fue ver la luz
Lo bautizaron de sinvergüenza
Manuel tiene los ojos puesto en su madre
Por que le da reparo hablar con su padre
Le da tanta penita
Que se entere que su niño
Ha cambiado de ser hombre
A ser un hermafrodita
Aunque no teme que la vida
Lo tache mariquita
«NA» mas fue ver la luz
Y sin reparo
Sabia que su cuerpo estaba equivocado
No busca culpable
Y señala con el dedo
Ni ha pedido explicaciones a algo
Que es inexplicable
Se mira ante el espejo
Y se siente invulnerable
ESTRIBILLO
Tradução da letra
(Se amar livremente é pecado
Eu pequei livremente por amar?
"NA" mas foi ver a luz
Ele foi batizado de canalha
Sem camisinha e sem canesu
Mas Manuel brinca com bonecas
Nunca viu o céu azul
Sempre teve indiferença
Embora com uma preocupação
Vestia de Branco as suas inocências
Não teve norte nem teve sul
Mas muito clara suas idéias
"NA" mas foi ver a luz
E eles prenunciaram sua adolescência
Que levaria em escravidão
Como castigo e penitência
Amanerada sua aptidão
A sociedade não se importava se
Um dia tratava o
Com desprezo e ausência
Sem camisinha e sem canesu
Mas Manuel brinca com bonecas
Refrão
E que graça lhe dá
Veja senhores que escondem atrás da batina unas
Ideias erradas
A que o Senhor ensinou
Ele tem vergonha como eles impõem sua doutrina
Crucificam a vida e falem após o amor
É impossível que no século vinte e um
Ainda guardem jejum e Vallam de antipecador
Mas valeria a pena um exame de consciência
Vá fazer sua excelência
Seja "acusao" de ditador
"NA" mas foi ver a luz
Ele foi batizado de canalha
Manuel tem os olhos postos em sua mãe
Porque não fala com o pai
Dá lhe tanta pena
Que saiba que o seu filho
Ele mudou de homem
A ser um hermafrodita
Embora não tenha medo da vida
Riscar o Mariquinhas
"NA" mas foi ver a luz
E sem escrúpulos
Sabia que o corpo dela estava errado
Não procura culpado
E aponta com o dedo
Nem pediu explicações a alguma coisa
Que é inexplicável
Ele olha para o espelho
E parece invulnerável
Refrão