El Barrio — Arte letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Arte" de El Barrio.

Letra

Pa la flor el espino
Ala para las aves
Pa mi vida el destino
De ser carcelero que guarda tus llaves
Pa mi prisa apatía
Pa tu calma la prisa
Pa tu llanto payaso
Que vive intentando sacar tu sonrisa
Pa mis ojos una guia
Pa caminar a tu laito
Pa el cansacio tu pecho
Muriendo la tarde tomando fresquito
Pa tus ganas el antojo
Pa el amor tu inocencia
Pa recrearme tus ojos
Pa tu mal el despojo
Pa el tiempo la paciencia
Pa tu viento las rosas
Pa tu barco marinero
Pa tu cabeza una horquilla
Que amarre y apriete
El vaiven de tu pelo
Pa tu cuerpo la seda
Pa la seda tu cuerpo
Pa la envidia tu cara
Tu olor, tus andares
El sabor de tus besos
Y yo sin ti ya no soy nada
En mi ceguera sigue mandando tu mirada
Pa mi sed eres el agua
Pa mi historia el presente
Del infierno la gloria
He jurao con mi sangre
Por siempre quererte
Pa tu manos tumbagas
Pa las mia cadenas
Para mi tumirada
Es la vil melodia
Que embarga mi pena
Pa tu sueños almohadas
Con perfume de almendra
Pa mi cama el insomio
La noche, el demonio, la marimorena
Pa tu calle farolas
Con guilnanda de colores
Pa mi hambre las sobras
De alguien que come
Y digiere mal de amores

Tradução da letra

Pa a flor o espinheiro
Asa para as aves
Pa minha vida o destino
De ser carcereiro que guarda as tuas chaves
Pa minha pressa apatia
Pa sua calma a pressa
Pai o teu choro palhaço
Que vive tentando tirar seu sorriso
Pa meus olhos um guia
Pa caminhar para o seu laito
Pai o cansar o teu peito
Morrendo a tarde tomando fresquito
Pa você ganha o desejo
Pai o amor a tua inocência
Para recriar os teus olhos
Pai o teu mal o despojo
Pa tempo paciência
Pai o teu vento as rosas
Pa seu barco marinheiro
Pa sua cabeça um garfo
Que amarra e aperte
O vaivém do teu cabelo
Pa seu corpo seda
Pa seda seu corpo
Pa inveja seu rosto
O teu cheiro, Os teus passos
O sabor dos teus beijos
E eu sem ti já não sou nada
Na minha cegueira continua a mandar o teu olhar
Pa minha sede você é a água
Pa minha história o presente
Do inferno a glória
Juro com o meu sangue
Para sempre te amar
Pa seu mãos derrubadas
Pa as minhas correntes
Para a minha tumirada
É a vil melodia
Que enerva a minha pena
Pa seu sonhos travesseiros
Com perfume de amêndoa
Pa minha cama o insomio
A noite, o demónio, a marimorena
Pa sua rua postes
Com guilnanda colorida
Pa minha fome as sobras
De alguém que come
E digere mal de amores