Edith Piaf — Le Contrebandier letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Contrebandier" de Edith Piaf.

Letra

Il? tait n? sur la fronti? re,
L?-haut dans le Nord o? c’qu’y a du vent.
Contrebandier tout comme son p? re,
Il avait la fraud' dans le sang.
Il attendait les nuits sans lune
— Quand il fait sombre, on passe bien mieux. -
Pour s’faufiler par les grandes dunes
O? l’vent de la mer nous pique les yeux.
Oh?, la douane !
Oh?, les gabelous !
L? chez tous les chiens
Et puis planquez-vous
Au fond de vos cabanes.
Regardez sur la dune
L’homme qui passe l?-bas.
Il est pourtant seul
Mais vous n’l’aurez pas.
Il s’fout d’la douane
Au fond de vos cabanes,
Allez, planquez-vous
Et l? chez les chiens.
Oh?, les gabelous !
Oh?, la douane !
Quand il avait rien d’autre? faire,
Les nuits o? qu’il faisait trop clair,
Il changeait les poteaux fronti? res
Et foutait le monde? l’envers
Ou bien, d’autres fois, en plein passage,
Quand il avait bu un bon coup,
Il poussait de vrais cris sauvages
Et v’l? qu’je passe d? p?chez-vous.
Oh?, la douane !
Oh?, les gabelous !
L? chez tous les chiens
Et puis planquez-vous
Au fond de vos cabanes.
Regardez sur la dune
L’homme qui passe l?-bas.
C’est moi, moi tout seul,
Mais vous n’m’aurez pas.
J’me fous d’la douane
Au fond de vos cabanes.
Allez, planquez-vous
Et l? chez les chiens.
Oh?, les gabelous !
Oh?, la douane !
Il pouvait pas s’mettre dans la t? te Qu’la loi des hommes, c’est tr? s s? rieux.
C'?tait comme une sorte de po? te Et ces types-l?, c’est dangereux.
Alors une nuit qu’y avait d’la lune,
Qu’y baladait pour son plaisir,
Ils l’ont ?tendu sur la dune
A coup d’fusil pour en finir.
Oh?, la douane !
Oh?, les gabelous !
Planquez tous vos chiens
Et puis amenez-vous.
Du fond de vos cabanes,
C’est d’la belle ouvrage,
Seulement, ce soir,
Ce n'?tait qu’un homme.
Il travaillait pas.
T’entends, la douane?
Alors, fallait pas…
Et puis planquez-vous
Au fond de vos cabanes.
Oh?, les gabelous !
Oh?, la douane !

Tradução da letra

Ele? tait n? na frente? reu,
L?- alto no norte? está vento.
Contrabandista como o seu p? reu,
Ele tinha fraude no sangue.
Ele estava à espera das noites sem lua
- Quando está escuro, é muito melhor. -
Para esgueirar-se pelas grandes dunas
Ou? o vento do mar morde - nos os olhos.
Oh? alfândega !
Oh? os gabelous !
L? em todos os cães
E depois esconde-te.
No fundo das cabanas.
Olha para a Duna.
O homem que passa por l?-baixo.
Mas ele está sozinho.
Mas não vais conseguir.
Ele não quer saber da alfândega.
No fundo das cabanas,
Vamos, esconde-te.
E eu? em cães.
Oh? os gabelous !
Oh? alfândega !
Quando não tinha mais nada? fazer,
Noites o? que era demasiado claro,
Ele estava a mudar os postos da frente? reu
E lixou o mundo? de cabeça para baixo
Ou, outras vezes, no meio da estrada,
Quando ele tomou uma boa bebida,
Ele estava a fazer gritos selvagens.
E V'l? que passo por d? p?casa.
Oh? alfândega !
Oh? os gabelous !
L? em todos os cães
E depois esconde-te.
No fundo das cabanas.
Olha para a Duna.
O homem que passa por l?-baixo.
Sou eu, sozinho,
Mas não me vais apanhar.
Não quero saber da alfândega.
No fundo das cabanas.
Vamos, esconde-te.
E eu? em cães.
Oh? os gabelous !
Oh? alfândega !
Ele não podia entrar no t? Qual é a lei dos homens? sim? rieux.
C'?era uma espécie de agente? tu e estes tipos? é perigoso.
Então uma noite havia uma lua,
Que ele caminhou lá para seu prazer,
Eles têm-no ?esticado na duna
Um tiro para terminar.
Oh? alfândega !
Oh? os gabelous !
Esconde todos os teus cães.
E depois leva-te.
Do fundo das vossas cabanas,
É um belo trabalho.,
Só esta noite,
O quê?apenas um homem.
Ele não estava a trabalhar.
Estão a ouvir a alfândega?
Então, não devias.…
E depois esconde-te.
No fundo das cabanas.
Oh? os gabelous !
Oh? alfândega !