Edith Márquez — Derroche letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Derroche" de Edith Márquez.
Letra
El reloj de cuerda suspendido
El teléfono desconectado
En una mesa, dos copas de vino
Y a la noche se le fué la mano…
Una luz rosada imaginamos
Comenzamos por probar el vino
Con mirarnos todo lo dijimos
Y a la noche se le fue la mano…
Si supiera contar todo lo que sentí
No quedó un lugar que no anduviera en tí…
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Que no acabe esta noche
Ni esta luna de abril
Para entrar en el cielo, no es preciso morir
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Parecíamos dos irracionales
Que se iban a morir mañana…
Derrochábamos, no importaba nada
Las reservas de los manantiales
Parecíamos dos irracionales
Que se iban a morir mañana…
Si pudiera contar, todo lo que sentí
No quedó un lugar que no anduviera en tí…
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Besos, ternura
Que derroche de amor
Cuanta locura
Que no acabe esta noche
Ni esta luna de abril
Para entrar en el cielo
No es preciso morir…
Besos, ternura
Y la noche es testigo de esta inmensa locura
Besos, ternura
Nuestra ruta de amor, se convierte en ternura
Besos, ternura
Besos…
Tradução da letra
O relógio de corda suspenso
O telefone desligado
Em uma mesa, dois copos de vinho
E à noite saiu lhe a mão…
Uma luz rosa imaginamos
Começamos por provar o vinho
Olhando para nós dissemos tudo
E à noite saiu lhe a mão…
Se soubesse contar tudo o que senti
Não restou um lugar que não andasse em ti…
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Que não acabe esta noite
Nem esta lua de abril
Para entrar no céu, não é preciso morrer
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Parecíamos duas irracionais
Que iam morrer amanhã…
Desperdiçávamos, não importava nada
As reservas das nascentes
Parecíamos duas irracionais
Que iam morrer amanhã…
Se eu pudesse contar, tudo o que senti
Não restou um lugar que não andasse em ti…
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Beijos, ternura
Que desperdício de amor
Quanta loucura
Que não acabe esta noite
Nem esta lua de abril
Para entrar no céu
Não é preciso morrer…
Beijos, ternura
E a noite é testemunha desta imensa loucura
Beijos, ternura
Nosso caminho de amor, torna-se ternura
Beijos, ternura
Beijos…