Ed Harcourt — Do as I Say Not as I Do letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Do as I Say Not as I Do" de Ed Harcourt.

Letra

Now the fat cats are crying over wasted milk*
And the trees are bending over to make room for the moon
Put a plague on the house of cards they built
There’s a ship on the horizon with a menacing metal harpoon
Do as I say, not as I do
Do as I say, not as I do
Vice is a virtue with cameras and curfews
Little scaremongers of impending doom
Political medusas make us stare like statues
Empty all the pockets of the victims of the baby boom
Do as I say, not as I do
Why should we listen to you?
Do as I say, not as I do
Oh to all the people that I might have offended
It wasn’t that intended I hope we can amend it Do as I say, not as I do
Oh to all the people that I might have offended
You probably needed it, so take your cake and eat it When we were the bright sparks
Firing off the circuits in the right parts
Flicking every switch, blasting holes right through your blood clots
Swimming through the red cells that bind me to you
If we hit the ice age
Should we start again or turn the next page
Picking up a pick-axe, playing harps like a ribcage
Shaking off the cobwebs that keep me from you
Do as I say, not as I do
Do as I say, not as I do
Oh to all the people that I might have offended
You probably needed it, so take your cake and eat it Why should we listen to you
Why should we listen to you
Do as I say, not as I do
Do as I say, not as I do

Tradução da letra

Agora os gatos gordos choram por leite desperdiçado*
E as árvores curvam-se para dar lugar à Lua
Põe uma praga no Castelo de cartas que construíram.
Há um navio no horizonte com um arpão metálico ameaçador.
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Faz o que te digo, não o que eu faço.
O vício é uma virtude com câmaras e toques de recolher.
Pequenos alarmistas da desgraça iminente
As medusas políticas fazem-nos olhar como estátuas
Esvazie todos os bolsos das vítimas do baby boom.
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Porque haveríamos de te ouvir?
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Oh para todas as pessoas que eu poderia ter ofendido
Não foi essa a intenção, espero que possamos alterá-lo, fazer o que eu digo, não como eu.
Oh para todas as pessoas que eu poderia ter ofendido
Provavelmente precisavas, por isso pega no teu bolo e come-o quando éramos as faíscas brilhantes.
Desligar os circuitos nas partes certas
A fazer furos através dos coágulos sanguíneos
Nadando através dos glóbulos vermelhos que me ligam a ti
Se atingirmos a idade do gelo
Devemos começar de novo ou virar a página seguinte
Pegar num picareta, tocar harpas como uma caixa torácica
Sacudir as teias de aranha que me afastam de TI
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Oh para todas as pessoas que eu poderia ter ofendido
Provavelmente precisavas, por isso pega no teu bolo e come-o, porque te devemos ouvir?
Porque haveríamos de te ouvir?
Faz o que te digo, não o que eu faço.
Faz o que te digo, não o que eu faço.