Ecos del Rocio — El Abuelo del Patio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El Abuelo del Patio" de Ecos del Rocio.

Letra

Donde tos se conocían fue en un pueblecito chico,
donde tos se conocían…
A las claritas del día el Manuel encendió un cigarro
en silencio se decía «alguien me lo esta matando»
y se fue para la movida.
Con lo que le dio ayer tarde vio que otro le vendía
y buscándose la faca dijo
«que hijo de perra, este es el que lo mata».
Lo mato con la navaja aunque partía la celera
si aquí dentro esta el que mata
¿él por qué estaba fuera? ¿él por qué estaba fuera?
Es tan larga la condena
que la vida no le alcanza
es tan larga la condena.
Los amigos del camello dejan pendiente las cuentas
le comentan el carcelero, tengo abandona la huerta
el Manuel no tiene miedo.
De quien mas lo necesita a las 5 de la tarde
el Manuel tiene visita
y arañando los cristales dice «nadie me lo quita».
Te prometo que yo soy como tú quieres que seas
señalando los cristales, deja un beso de la abuela
un besito de mi abuela.
Con locura lo quería era el abuelo del patio
con locura lo querían
los abuelos lo entendían los chavales lo adoraban
y con el Manuel tenían el abuelo que buscaban
en el patio cada día.
Señor Juez ya ni se acuerda por los dueños
de este mundo de levantarle esta carta
nos reparte entre todos ese tiempo que le falta.
Carcelero abre el cerrojo
que en el tiempo que me queda
luchare codo con codo
tengo que ser su colega
tengo que ser su colega…
El Manuel volvió una tarde a la huerta que el labraba
el Manuel volvió una tarde
a este mundo corrompio donde las cosas se pagan
y se dijo arrepentido, ya no quiero mas navajas
y la tiro la faca al río.
Pero el viento de venganza asoma entre los matorrales
sale en nieto de las matas, para mí es el mas grande
y nadie me lo arrebata…
Correrá sangre caliente por el filo de esta faca
jura el nieto valiente, si ami alguien me lo mata
a mí nadie me lo mata…

Tradução da letra

Onde tos se conheciam foi em uma cidadezinha pequena,
onde tosse se conheciam…
Às claritas do dia o Manuel acendeu um charuto
em silêncio se dizia " alguém está me matando»
e foi para o movimento.
Com o que lhe deu ontem à tarde viu que outro lhe vendia
e procurando a face disse ele
"que Filho da mãe, este é o que o mata."
Eu mato o com a navalha embora a celera partisse
se aqui dentro está o que mata
porque é que ele estava fora? porque é que ele estava fora?
É tão longa a condenação
que a vida não lhe alcança
é tão longa a condenação.
Os amigos do camelo deixam as contas pendentes
comentam-lhe o carcereiro, tenho abandona a Horta
o Manuel não tem medo.
De quem mais precisa às 5 da tarde
o Manuel tem uma visita
e arranhando os cristais diz "Ninguém tira isso de mim".
Prometo que sou como tu queres que sejas
apontando os cristais, deixe um beijo da avó
um beijo da minha avó.
Eu amava o loucamente era o avô do pátio
eles gostavam muito dele
os avós entendiam os rapazes adoravam no
e com o Manuel tinham o avô que procuravam
no pátio todos os dias.
Senhor juiz já nem se lembra dos donos
deste mundo de levantar lhe esta carta
reparte - nos entre todos esse tempo que lhe falta.
Carcereiro abre a fechadura
que no tempo que me resta
lutarei lado a lado
tenho de ser seu colega
tenho de ser seu colega…
O Manuel voltou uma tarde à horta que ele lavrava
o Manuel voltou uma tarde
este mundo corrompeu onde as coisas são pagas
e ele disse arrependido, eu não quero mais navalhas
e atiro-a para o rio.
Mas o vento de vingança espreita entre os matagais
sai em neto das matas, para mim é o maior
e ninguém o tira de mim…
Vai correr sangue quente pelo fio desta face
jura o neto corajoso, se ami alguém o matar
ninguém me mata…