Ecos del Rocio — Del Arroyo a la Retama letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Del Arroyo a la Retama" de Ecos del Rocio.

Letra

Recuerdos son los vencejos
Que adornan el altozano
Tu sabes que nos criamos
Del arroyo a la retama
De la cebolla a los ajos
Por soles de pluma y paja
Y vientecitos de palo
Me gusta la cementera
Que el trigo vaya granando
Vuela verano, sol y marea
Elelerelelele
¡que arte tiene mi molinera!
Por eso vuelve el otoño,
verano, invierno y la primavera
vueltas de trillo, palita y hera
elelerelelele
pa yo quererte y que tu me quieras
Yo conozco a un marinero
Que se llama Don Levante
Buscando la mar serena
Mar adentro navegamos
En una barquita vieja
Por eso me gusta tanto
Tu cuerpo en la primavera
Me gusta ganarle al miedo
Echárle ancla a tu cuerpo,
Barquita y redes, mi molineras
Elelerelelele
¡Qué arte tiene mi marinera!
Por eso vuelve el otoño,
Verano, invierno y la primavera
Y el oleaje vuelve a la arena
Elelerelelele
Pa yo quererte y que tu me quieras
Yo tuve hace poco tiempo
Una novia chipionera
Gladiolos y claveles
viniste rositas frescas
Pero tu padre no quiere
Porque ha visto que a una cepa
Le faltan los moscateles
El faro de chipiona
Lo van a poner más alto
Pa ver de’l puente me ha dicho ella
Elelerelelele
¡qué arte tiene mi chipionera!
Por eso vuelve el otoño,
Verano, invierno y la primavera,
La luz del faro va a tu cancela
Elelerelelele
Pa yo quererte y que tu me quieras
Que me cose los botones
Yo tengo una costurera
Hilvanes, hilo y tijeras,
Dedales de plata fina
Bastidores de madera
Pa que se hablete mi niña
Su pañolito de seda
Pa que la lleve a la feria
Me ha hecho unos pantalones
Que mira qué camisita nueva
Elelerelelele
¡qué arte tiene mi costurera!
Por eso vuelve el otoño,
Verano, invierno y la primavera,
Pespuntes blancos, aguja y tela
Elelerelelele
Pa yo quererte y que tu me quieras.

Tradução da letra

Memórias são os Swifts
Que adornam o altozano
Sabes que fomos criados
Do Riacho à retama
Da cebola ao alho
Por solas de Pena e palha
E barrigas de pau
Gosto da cimenteira
Que o trigo vá granando
Voa verão, sol e maré
Elelerelelele
que arte tem a minha moleira!
É por isso que o outono volta,
verão, inverno e primavera
voltas de grilo, palita e hera
elelerelelele
pa Eu te amar e que tu me ames
Eu conheço um marinheiro
Que se chama Don Levante
À procura do mar sereno
Nós navegamos no Mar
Numa Barquinha velha
É por isso que gosto tanto
Seu corpo na primavera
Gosto de vencer o medo
Ancorar o teu corpo,
Barquita e redes, meu moleiras
Elelerelelele
Que arte tem a minha marinheira!
É por isso que o outono volta,
Verão, inverno e primavera
E o swell volta para a areia
Elelerelelele
Pa Eu te amar e que tu me ames
Eu tive há pouco tempo
Uma namorada chipionera
Gladíolos e cravos
você veio rositas frescas
Mas o teu pai não quer
Porque viu uma estirpe
Ele não tem moscatéis
O farol de chipiona
Vão pô Lo mais alto
Pa ver de'l ponte me disse ela
Elelerelelele
que arte tem o meu chipionera!
É por isso que o outono volta,
Verão, inverno e primavera,
A luz do farol vai para o seu cancela
Elelerelelele
Pa Eu te amar e que tu me ames
Que me costure os botões
Eu tenho uma costureira
Fios, linhas e tesouras,
Dedais de prata fina
Prateleiras De madeira
Para que a minha menina se habite
O seu lenço de seda
Pa que a leve à feira
Fez-Me umas calças
Olha só para esta camisola nova
Elelerelelele
que arte tem a minha costureira!
É por isso que o outono volta,
Verão, inverno e primavera,
Pespontes brancos, agulha e tecido
Elelerelelele
Pa Eu te amar e que tu me ames.