Ecos del Rocio — Amigos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Amigos" de Ecos del Rocio.
Letra
¿A dónde vas marinero
si es noche de tempestad?
Con un amigo que tengo
voy a romper la amistad.
¿Por qué llamas marinero,
a ese Jesús del Altar?
Hable pronto nazareno,
no encuentro el barco pesquero
que ayer salía a la mar.
Hable pronto, marinero,
la mar se tragó a mi niño
con tu crucifijo puesto,
fuíste mi mejor amigo.
¿Adónde estabas, marinero?
Fuíste mi sombra y mi amigo
las noches de temporal.
Tú no tenías barquito,
yo no sabía rezar.
Fuíste mi sombra y mi amigo
mi luz, mi fe y mi verdad
y en un negro crucifijo
tú te mojabas conmigo
cuándo salía a pescar.
Hable pronto, marinero,
la mar se tragó a mi niño
con tu crucifijo puesto,
fuíste mi mejor amigo.
¿Adónde estabas, marinero?
Clavó los pies en la playa
desafiando a la mar.
Yo te gané mil batallas,
¿por qué te quieres vengar?
Yo conozco tus ideas
tus locuras y tu maldad.
Mándame con la marea
al que perdió la pelea
¡maldita sea la mar!
Hable pronto, marinero,
la mar se tragó a mi niño
con tu crucifijo puesto,
fuíste mi mejor amigo.
¿Adónde estabas, marinero?
Vi que en sus manos llevaba
diez estampas «apretás».
Y bebiéndose las lágrimas
se las tiró en el Altar.
Como el que toca la Luna
y después se vuelve atrás
las recogió una a una
y preguntó con el cura
pa' poderse confesar.
Padre, dile al nazareno,
la mar se tragó a mi niño
con su crucifijo puesto,
no tengo hijo ni amigo,
perdóname marinero.
Hable pronto, marinero,
la mar se tragó a mi niño
con tu crucifijo puesto,
fuíste mi mejor amigo.
¿Adónde estabas, marinero?
Tradução da letra
Onde vais marinheiro
se é noite de tempestade?
Com um amigo que eu tenho
vou quebrar a amizade.
Porque chamas marinheiro,
aquele Jesus do Altar?
Fale logo nazareno,
não encontro o barco de pesca
que ontem saía para o mar.
Fale em breve, marinheiro,
o mar engoliu o meu filho
com o teu crucifixo posto,
foste o meu melhor amigo.
Onde estavas, marinheiro?
Foste a minha sombra e o meu amigo
as noites de Temporário.
Tu não tinhas um barco,
eu não sabia rezar.
Foste a minha sombra e o meu amigo
a minha luz, a minha fé e a minha verdade
e em um crucifixo preto
estavas a molhar te comigo
quando ia pescar.
Fale em breve, marinheiro,
o mar engoliu o meu filho
com o teu crucifixo posto,
foste o meu melhor amigo.
Onde estavas, marinheiro?
Pregou os pés na praia
desafiando o mar.
Ganhei te mil batalhas,
porque queres vingar-te?
Eu conheço as tuas ideias
as tuas loucuras e o teu mal.
Manda me com a maré
aquele que perdeu a luta
raios partam o mar!
Fale em breve, marinheiro,
o mar engoliu o meu filho
com o teu crucifixo posto,
foste o meu melhor amigo.
Onde estavas, marinheiro?
Vi que nas suas mãos levava
dez estampas "apertas".
E a beber as lágrimas
atirou-as para o Altar.
Como aquele que toca a lua
e depois volta atrás
apanhou as uma a uma
e perguntou, com o padre
para poder confessar-se.
Pai, diz ao nazareno,
o mar engoliu o meu filho
com o crucifixo posto,
Não tenho filho nem amigo,
perdoa-me, marinheiro.
Fale em breve, marinheiro,
o mar engoliu o meu filho
com o teu crucifixo posto,
foste o meu melhor amigo.
Onde estavas, marinheiro?