Ecos del Rocio — Al Son de los Tamboriles letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Al Son de los Tamboriles" de Ecos del Rocio.

Letra

Madre, ¿por qué hablas sola
mientras limpias el soberao?
Por los años que has cumplio,
por esas cosas que pasan
entre guardao y escondío.
Tengo los botos en casa
de aquel tu primer camino.
De aquel mi primer camino,
un veinticuatro calzaba,
fíjate qué peregrino.
Me imagino que hacen gracia
mis pisadas entre ecualiptos y pinos.
Latió mi corazoncillo
al son de los tamboriles.
Una salve fue la nana
al son de los tamboriles.
Entre sueños yo jugaba
con el niño de la Virgen.
Dime por qué los frontiles
tienen su nombre bordao.
Qué gorrilla tan pequeña.
Quién cortó esa media manta.
Quién cruzó del niño el Quema.
Quién iba a verla descalza
teniendo alpargatas nuevas.
Teniendo alpargatas nuevas.
Al paso de aquella gente
fui dibujando la senda,
y sentí que caminabas en mi vientre
de jara y de luna llena.
Latió mi corazoncillo
al son de los tamboriles.
Una salve fue la nana
al son de los tamboriles.
Entre sueños yo jugaba
con el niño de la Virgen.
Madre, vende la carreta
que yo te llevo conmigo.
Aunque no vaya al Rocío,
ella no es agua pasada
aunque me vaya contigo.
Esa carreta en mi casa
no estorba ni coge sitio.
No estorba ni coge sitio.
Los bueyes que la llevaban
rumiaban bajo los pinos,
y recuedo que a su sombra
tú jugabas en las paras del camino.
Latió mi corazoncillo
al son de los tamboriles.
Una salve fue la nana
al son de los tamboriles.
Entre sueños yo jugaba
con el niño de la Virgen.
Madre yo quiero ayudarte
a limpiar el soberao.
Y subiendo la escalera
vi el reflejo de una llama,
le pregunté lo que era,
era el quinqué que alumbraba
tu carita rociera.
Tu carita rociera.
Cuántos recuerdos guardaba
aquel cajón de madera:
la gorrilla, el quinqué,
aquella manta, los botos y la carreta.
Latió mi corazoncillo
al son de los tamboriles.
Una salve fue la nana
al son de los tamboriles.
Entre sueños yo jugaba
con el niño de la Virgen.

Tradução da letra

Mãe, porque estás a falar sozinha
enquanto você limpa o soberano?
Pelos anos que fizeste,
por essas coisas que acontecem
entre o guarda e o esconderijo.
Tenho os botos em casa
daquele seu primeiro caminho.
Daquele meu primeiro caminho,
um vinte e quatro calças,
olha que peregrino.
Acho que têm piada
meus passos entre equaliptos e pinheiros.
O meu coração bateu
o AL é dos tamboris.
Uma salva foi a ama
o AL é dos tamboris.
Entre sonhos eu jogava
com o menino da Virgem.
Diga me por que os Frontis
eles têm o nome bordao.
Que gorila tão pequena.
Quem cortou essa meia manta.
Quem atravessou o menino queima.
Quem a ia ver descalça
tendo alpargatas novas.
Tendo alpargatas novas.
Ao passo daquela gente
eu desenhei o caminho,
e senti que andavas no meu ventre
da jara e da lua cheia.
O meu coração bateu
o AL é dos tamboris.
Uma salva foi a ama
o AL é dos tamboris.
Entre sonhos eu jogava
com o menino da Virgem.
Mãe, vende a carroça
que eu te levo comigo.
Mesmo que não vá ao Orvalho,
ela não é água passada
mesmo que eu vá contigo.
Aquela carroça em minha casa
não atrapalha nem arranca.
Não atrapalha nem arranca.
Os bois que a levavam
ruminavam sob os pinheiros,
e recujo que à sua sombra
jogavas nas paradas da estrada.
O meu coração bateu
o AL é dos tamboris.
Uma salva foi a ama
o AL é dos tamboris.
Entre sonhos eu jogava
com o menino da Virgem.
Mãe eu quero ajudar te
limpar o soberano.
E subindo a escada
vi o reflexo de uma chama,
perguntei lhe o que era,
era o quinqué que iluminava
a tua cara de aspersão.
A tua cara de aspersão.
Quantas recordações guardava
aquela gaveta de madeira:
o Gorilla, o quinqué,
aquele cobertor, os botos e a carroça.
O meu coração bateu
o AL é dos tamboris.
Uma salva foi a ama
o AL é dos tamboris.
Entre sonhos eu jogava
com o menino da Virgem.