Dusty Drake — Too Wet To Plow letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Too Wet To Plow" de Dusty Drake.
Letra
My fondest memories didn’t happen on sunny days
'Cause when that summer sun was beating down
It was all work and no play
Daddy wasn’t the only one who used to pray for rain
When the smell of a storm would fill the air
I’d put that farem in my rear view mirror
As the rain soaked the ground, it was too wet to plow
I’d drive down that muddy road, wipers barely keeping up She’d be waiting on the front porch, watching for my truck
We’d head for that ld boxcar, abandoned on the tracks
While they were riding out the weather back on the farm
There we were on a bed of straw
Breaking new ground, it was too wet to plow
And with the rhythm of the sound of the rain that was pounding
On that big steel door
Two lovers in teh dark were learning by heart
What rainy days are for
Now when I hear thunder I still wonder
What she thinks about when its too wet to plow
The strangest thing happened to me just the other day
I saw a storm moving in, when my telephone rang
On the other end of the line was a voice I’d heard before
She said if you wanna know who this is talking
Meet down by the railroad crossing
Baby look at those clouds, its too wet to plow
And with the rhythm of the sound of the rain that was pounding
On that big steel door
Two lovers in teh dark were learning by heart
What rainy days are for
Now when I hear thunder I still wonder
What she thinks about when its too wet to plow
Now when I hear thunder I don’t have to wonder
What she thinkgs about when it’s too wet to plow
Too wet to plow
Tradução da letra
As minhas melhores memórias não aconteceram em dias de sol
Porque quando o sol de verão estava a bater
Era só trabalho e nada de diversão.
O papá não era o único que rezava pela chuva.
Quando o cheiro de uma tempestade enchia o ar
Eu colocaria essa farem no meu espelho retrovisor.
Enquanto a chuva encharcava o chão, estava demasiado molhado para arar.
Eu conduzia por aquela estrada lamacenta, limpadores mal se aguentavam ela estava à espera no alpendre da frente, a olhar para o meu camião
Íamos para aquele vagão de identificação, abandonado nos carris.
Enquanto cavalgavam o tempo de volta à quinta
Lá estávamos nós numa cama de palha
A partir de um novo terreno, estava demasiado molhado para arar.
E com o ritmo do som da chuva que batia
Naquela grande porta de aço
Dois amantes na escuridão estavam aprendendo de cor
Para que servem os dias chuvosos
Agora quando ouço trovões ainda me pergunto
O que ela pensa quando está muito molhado para arar
Aconteceu-me uma coisa estranha no outro dia.
Vi uma tempestade a aproximar-se, quando o meu telefone tocou.
No outro lado da linha estava uma voz que eu tinha ouvido antes
Ela disse que se queres saber quem fala
Encontramo-nos junto à travessia do caminho-de-ferro.
Querida, olha para aquelas nuvens, está demasiado molhada para arar.
E com o ritmo do som da chuva que batia
Naquela grande porta de aço
Dois amantes na escuridão estavam aprendendo de cor
Para que servem os dias chuvosos
Agora quando ouço trovões ainda me pergunto
O que ela pensa quando está muito molhado para arar
Agora, quando ouço trovões, Não tenho de me questionar.
O que ela pensa quando está muito molhado para arar
Demasiado molhado para arar