Duncan Dhu — La última canción letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La última canción" de Duncan Dhu.

Letra

Dicen que los recuerdos envejecen
Con arrugas bellas
Que la nostalgia solo sirve
Para contar estrellas
Que las palabras nunca dichas
Viven su eterna juventud
Las horas arrastraban sus pies
Por esas tardes eternas
Las diosas se elevaban a sus cielos
Mientras cruzaban las piernas
Los tiempos coreaban las estrofas
De nuestra ingratitud
Robábamos luz, de cualquier tormenta
Frente a la plenitud
De universos en venta
Caíamos hondo, moríamos por nada
Desviábamos fondos
De lo que la vida nos daba
Nos rozaban a las cortas de palabras
Querían como flechas
Y el alambre de espino
De las frases hechas
Nos segaban las bombillas medio muertas
Del fondo de los bares
La madrugada presidia
Nuestra colección de ofensas
Y el frio alucinado de la noche
Eera nuestra recompensa
Descubríamos la cara
Manchada de las ciudades
Éramos reyes
Sobre las monturas de oro
De nuestras propias leyes
Lo queríamos todo
Cruzábamos puentes
Atravesábamos las sombras
Dejando cuentas pendientes
Bajo las alfombras
Esta dulce decepción
Esta falta de reflejos
Y esta última canción
Que llega sin dormir
Mirándose en los espejos
Robábamos luz, de cualquier tormenta
Frente a la plenitud
De universos en venta
Y cruzábamos puentes
Atravesábamos las sombras
Dejando cuentas pendientes
Bajo las alfombras

Tradução da letra

Dizem que as memórias envelhecem
Com rugas bonitas
Que a nostalgia só serve
Para contar estrelas
Que as palavras nunca ditas
Eles vivem sua eterna juventude
As horas arrastavam os pés
Por aquelas tardes eternas
As deusas elevavam se aos seus céus
Enquanto cruzavam as pernas
Os tempos cantavam as estrofes
Da nossa ingratidão
Roubávamos luz, de qualquer tempestade
Diante da plenitude
De universos À venda
Caímos fundo, morremos por nada
Desviávamos fundos
Do que a vida nos dava
Estavam a tocar nos às breves palavras
Eles queriam como flechas
E o arame farpado
Das frases feitas
Cortavam nos as lâmpadas meio mortas
Do fundo dos bares
Na madrugada presidia
Nossa coleção de ofensas
E o frio alucinado da noite
Eera nossa recompensa
Descobrimos a cara
Manchada das cidades
Éramos Reis
Sobre as armações de ouro
De nossas próprias leis
Queríamos tudo
Cruzávamos pontes
Atravessávamos as sombras
Deixando contas pendentes
Debaixo dos tapetes
Esta doce decepção
Esta falta de reflexos
E esta última canção
Que chega sem dormir
Olhando nos espelhos
Roubávamos luz, de qualquer tempestade
Diante da plenitude
De universos À venda
E cruzávamos pontes
Atravessávamos as sombras
Deixando contas pendentes
Debaixo dos tapetes