Duck. Little Brother, Duck! — OMGMT letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "OMGMT" de Duck. Little Brother, Duck!.
Letra
I live in a black hole inside your head
In the fold of the urban sprawl and the low income bracket
The smaller you get the bigger I grow
Our rooms are filled with leaves obsolete and crunching underfoot screaming for
new growth
I have been by your side this whole time, are you ready?
Engine down at 30,000 feet
The gears chew us up and spit us out
Church slogans and fireworks
If we own nothing, we’ll leave nothing behind
I lost my nerve at the county fair
I’ve met earthworms behind the curtains and beneath the cushions
Soft dirt, fresh air, streamers everywhere
This is what we’ve been waiting to celebrate
So lie down in the grass
Let the veins of the state take you in
I am terrified of what happens next
The dull florescent lights of an empty phone booth reflect off the train and
disappear again
And all the accidents that lay in wait as you walk by, its friday night
We all trade places and bend to each other needs
What racket that we make
The cops taped off the block, looks like we’ll have to go around
If the party has to stop don’t take our filth away
In a passing thought
Tradução da letra
Vivo num buraco negro dentro da tua cabeça.
Na dobra da expansão urbana e do baixo nível de renda
Quanto mais pequeno você fica maior eu cresço
Os nossos quartos estão cheios de folhas obsoletas e a resmungar debaixo dos pés gritando por
crescimento
Estive sempre ao teu lado, estás pronto?
Motor a 30.000 pés.
As engrenagens mastigam-nos e cospem-nos.
Slogans da igreja e fogos de artifício
Se não possuirmos nada, não deixaremos nada para trás.
Perdi a coragem na Feira do Condado.
Conheci minhocas atrás das cortinas e debaixo das almofadas.
Terra macia, ar fresco, correntes por todo o lado
Isto é o que temos estado à espera para celebrar
Então deita-te na relva
Deixa que as veias do estado te levem
Tenho medo do que acontece a seguir.
As luzes fluorescentes aborrecidas de uma cabine telefónica vazia refletem-se do comboio e
desaparece outra vez.
E todos os acidentes que ficaram à espera enquanto passavas, é Sexta-feira à noite.
Todos nós trocamos de lugar e nos curvamos às necessidades uns dos outros
Que barulheira fazemos
Os polícias colaram o quarteirão, parece que vamos ter de dar a volta.
Se a festa tem de parar, não nos tires a porcaria.
Num pensamento passageiro