Donoré — Histoire banale letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Histoire banale" de Donoré.
Letra
On était bien tranquille
Dans notre relation monogame
Les jours passaient paisibles
Le quotidien faisait ses gammes
On n’avait rien à envier
Au p’tit couple voisin de palier
Même quand on les entendait
Gémir, ben nous on rigolait
Jamais
Je n’aurai cru
Qu’un jour
Je serais cocu
On était bien heureux
D’avoir pu trouver du travail
Deux bobos valeureux
À tailleurs et à cravates
On avait bien négocié
Compte commun et comptes séparés
Et nos projets dans l’immobilier…
Et quelques rêves de sèves mélangées …
Jamais
Je n’aurai cru
Qu’un jour
Je serais cocu
Tic tac
Le chrono court sur tes talons aiguilles
Jour après jour, on fait notre lit
Sur le fil du hasard
Tic tac
Le chrono marque l’heure
Tu fais comme si Et le miroir te renvoie dans le noir
Vers où? Vers qui?
C’est rien qu’une histoire banale
Il y a tellement pire dans le journal
Il n’y a pas eu De gros nuages lourds
Ni de fracassants
Roulements de tambour
Annonçant la fin du trajet
Dans mon planeur j’allais me crasher
Elle est partie comme vient la pluie
Et mon voisin de palier aussi
Jamais
Je n’aurai cru
Qu’un jour
On n’serait plus
Tic tac
Le chrono court sur tes talons aiguilles
Le jour à jour a mis nos nuits
Sur le fil du rasoir
Tic tac
Le chrono stoppe sur ton cri, c’est fini
Je tends le bras
Son sang sur le trottoir
Il tombe
Moi, je cours
Oui, je cours dans le noir…
C’est rien qu’une histoire banale
Un fait-divers de plus dans le journal
Jamais
Je n’aurai cru
T'écrire
De ma cellule
(Merci à Steph pour cettes paroles)
Tradução da letra
Estávamos muito calados.
Na nossa relação monogâmica
Os dias passaram pacificamente
O dia-a-dia estava a dar os seus passos
Não tínhamos nada a invejar.
No pequeno casal ao lado
Mesmo quando foram ouvidos
A gemer, bem estávamos a rir.
Nunca
Não teria acreditado.
Que um dia
Eu seria Cornudo
Estávamos muito felizes.
Ter sido capaz de encontrar trabalho
Dois bravos Bobo
Fatos e gravatas
Tínhamos um bom acordo.
Conta comum e contas separadas
E os nossos projectos no sector imobiliário…
E alguns sonhos de seiva mista …
Nunca
Não teria acreditado.
Que um dia
Eu seria Cornudo
Tic tac
O pouco tempo em seus saltos altos
Dia após dia, fazemos a nossa cama
No fio do acaso
Tic tac
O crono marca o tempo
Ages como se o espelho te mandasse de volta para o escuro.
Para onde? Para quem?
Não passa de uma história banal.
Há muito pior no jornal.
Não havia grandes nuvens pesadas
Nem de esmagar
Rolamentos de tambores
Anunciando o fim da viagem
No meu planador eu ia cair
Ela foi-se como a chuva vem
E a aterragem do meu vizinho também.
Nunca
Não teria acreditado.
Que um dia
Não estaríamos
Tic tac
O pouco tempo em seus saltos altos
O dia a dia põe as nossas noites
No arame farpado
Tic tac
O relógio pára no teu choro, acabou
Eu estico a mão
O sangue dela no passeio
Ele cai
Estou a fugir.
Sim, corro no escuro.…
Não passa de uma história banal.
Mais um fato-diversos no jornal
Nunca
Não teria acreditado.
Escrever-te
Da minha cela
(Obrigado a Steph por estas palavras)