Dominia — Exodus letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Exodus" de Dominia.

Letra

Cutting wind, Reign of terror*
Collapse of ministries, Rome’s destined to fall
Opened gateway to the inevitable Never,
May your dreams come true behind this door
The greatest creatures — wretched worms…
When Reality ends under insanity crust,
It turned holy water in acid, into solid stone,
Tired creators breath in disgust
I know what no one knows
I can see what no one sees
Voices of prophets of past ages
Spin around in wild orgies of storm
Dead cities turn into coffins and cages
For those who perished, for those who alive, for stillborns
Devoured by yourselves, choked with tears
Under the blackened, weeping skies
Giants are brought to their knees, await mesmerised…
The fatal defeat in the glimmer of the dead
Children’s eyes
Never again
A gleam of hope will flow to sunrise
Our souls will never escape from this poisoned paradise
Never again
Shadows fall,
We’re echoes in the endless
Lifeless dreams of everlasting silence
In every soul
Exodus from pitfalls at the dawn of mankind
Will scatter ashes of erased human race
The souls are gathered on the way to the other side
It has opened the jaws. Welcome to blazes
With no more reincarnations
Reaching an abyss, deep and foul
Inhale the suffering of soulless bodies invasion
As neither being born nor being destroyed

Tradução da letra

Vento cortante, Reino de terror*
Colapso dos Ministérios, Roma está destinada a cair
A porta aberta para o inevitável nunca,
Que os teus sonhos se tornem realidade atrás desta porta
As maiores criaturas-vermes miseráveis…
Quando a realidade acaba sob a crosta da insanidade,
Transformou a água benta em ácido, em pedra sólida. ,
Criadores cansados respiram enojados
Eu sei o que ninguém sabe
Consigo ver o que ninguém vê
Vozes de profetas de épocas passadas
Rodopiar em orgias selvagens de tempestade
Cidades mortas transformam-se em caixões e jaulas
Para os que pereceram, para os que vivem, para os nados-mortos
Devorados por vós mesmos, sufocados com lágrimas
Sob o céu escurecido, chorando
Os gigantes ajoelham-se, esperam hipnotizados…
A derrota fatal no brilho dos mortos
Olhos de criança
Nunca
Um brilho de esperança fluirá ao nascer do sol
As nossas almas nunca escaparão deste paraíso envenenado.
Nunca
Sombras caem,
Somos ecos no infinito
Sonhos sem vida de silêncio eterno
Em cada alma
Êxodo das armadilhas no alvorecer da humanidade
Vai espalhar cinzas de raça humana apagada
As almas estão reunidas no caminho para o outro lado.
Abriu as mandíbulas. Bem-vindo a blazes.
Sem mais reencarnações
Alcançando um abismo profundo e sujo
Inalar o sofrimento de corpos sem alma invasão
Como não nascer nem ser destruído