Dimmu Borgir — Allegiance letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Allegiance" de Dimmu Borgir.

Letra

Cuddled through a cold womb he was
Pitch black and without sunshine rays
Hell patiently awaiting him on blood spilled soil
A noble grief stirred heart, always ready to die
In sinister systematisation, submission is golden
As an apprentice to violence, slaughter and bloodshed
He was like an object that is being processed
A force-fed destructor ready for abomination
The vast solitude in him witnessed it all
Those self afflicting eyes
And their fear painted faces
Made out of utter discipline, failure unacceptable
Hosts to oblivion
Exploring the darkest of places
Stench of rotten flesh breathing down his neck
Every day seemed like an endless night
When would he ever wake from this void
No other voice than his own will ever tell
What was real and where he had been
What he had done
Did you bleed for the cause
Like the rest of his men
Did you capture the euphoria
How it was like to kill
Such a necromantic force behind it all
They sure did battle till the end
But when came all the glory
And who got spared to carry his body
Just pure death and too profound to be shared
Was it all a fabricated vision in his memory
To serve the wastelands of insanity
At the front
Life forever lost its innocence
Never to see the light of day again
He pondered his last few steps
Into the realms of death
With his hands bloodstained
Courage and consistency
Bravery and valor
Honor and pride
For what was it all worth

Tradução da letra

Abraçado através de um útero frio ele era
Escuro como breu e sem raios de sol
O inferno aguarda-o pacientemente em solo derramado de sangue.
Uma nobre dor despertou o coração, sempre pronto para morrer
Na sinistra sistematização, a submissão é dourada
Como aprendiz de violência, massacre e derramamento de sangue
Ele era como um objecto que está a ser processado.
Um destruidor alimentado à força pronto para abominação.
A imensa solidão Nele testemunhou tudo.
Aqueles olhos que se afligem
E o seu medo pintou rostos
Feito de disciplina total, fracasso inaceitável
Hosts ao esquecimento
Explorando os lugares mais escuros
Fedor de carne podre a respirar pelo pescoço
Cada dia parecia uma noite sem fim
Quando é que ele acordaria deste vazio?
Nenhuma outra voz além da sua própria vontade alguma vez dirá
O que era real e onde ele estava
O que ele tinha feito
Sangraste pela causa?
Como o resto dos seus homens.
Capturaste a euforia?
Como era matar
Uma força Necromante por trás de tudo.
Eles lutaram até ao fim
Mas quando veio toda a glória
E que foi poupado para carregar o seu corpo
Apenas morte pura e profunda demais para ser compartilhada
Foi tudo uma visão forjada na sua memória
Para servir o deserto da insanidade
Na frente
A vida perdeu para sempre a sua inocência
Nunca mais ver a luz do dia
Ele ponderou seus últimos passos
Nos reinos da morte
Com as mãos manchadas de sangue
Coragem e consistência
Bravura e valor
Honra e orgulho
Pelo que valeu tudo