Dikers — Casi nunca llueve letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Casi nunca llueve" de Dikers.
Letra
Ya no me empapa tanto veneno y se
Que se pregunta: ¿quien peina el viento?
Que no me asusta con su lamento
Pidiendo besos que no le debo
Nubes que borré que vuelven a mi
Empujando piedras que no dañarán
Más mi sol, contigo aquí
Caminé y no hubo mas sed
Casi nunca llueve y no
¡no volveré a enloquecer!
No quise mirar ni en los charcos
Que dejé tan secos como mi piel
No me reflejo en cada gota
Que vierte su aliento de luna rotas
Que echa de menos cuando temblaba
Tras casa sueño que me mojaba
Resbalan hacia el cielo y yo
Me erizo al recordar su olor
Caminé y no hubo mas sed
Casi nunca llueve y no
¡no volveré a enloquecer!
No quise mirar ni en los charcos
Que dejé tan secos como mis ganas
De encerrar la luz
En las noches sabrás que no volverán
A empeñar mis ojos en cada cristal
Que me ofrecerá otra vez
Cantos de sirena de una blanca flor
Labios tan amargos como el corazón
Y al borde del amanecer
No podrá nublar mi voz gritando qué…
Caminé y no hubo mas sed
Casi nunca llueve y no
¡no volveré a enloquecer!
No quise mirar ni en los charcos que dejé
Tan secos como mi piel
Tradução da letra
Já não me embebedam tanto veneno e se
Que pergunta: quem penteia o vento?
Que não me assusta com o seu lamento
A pedir beijos que não lhe devo
Nuvens que eu apaguei que voltam para mim
Empurrando pedras que não danificarão
Mais o meu sol, contigo aqui
Andei e não houve mais sede
Quase nunca chove e não
não voltarei a enlouquecer!
Não queria olhar nem nas poças
Que deixei tão seco quanto a minha pele
Não me reflexo em cada gota
Que derrama a respiração da lua quebrada
Que sente falta quando tremia
Atrás de casa sonho que me molhava
Eles deslizam para o céu e eu
Eu Hedgehog ao lembrar seu cheiro
Andei e não houve mais sede
Quase nunca chove e não
não voltarei a enlouquecer!
Não queria olhar nem nas poças
Que deixei tão seco quanto o meu desejo
De fechar a luz
À noite saberás que não voltarão
Penhorar os meus olhos em cada cristal
Que me oferecerá outra vez
Cantos de sereia de uma flor branca
Lábios amargos como o coração
E à beira do amanhecer
Não pode encobrir a minha voz a gritar o quê…
Andei e não houve mais sede
Quase nunca chove e não
não voltarei a enlouquecer!
Não quis ver nem nas poças que deixei
Tão secos como a minha pele