Difuntos Correa — Tramposo Amor letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Tramposo Amor" de Difuntos Correa.

Letra

En honor al tramposo amor
Doy vueltas y vueltas como una noria
Desde ahora en adelante todo será por el maldito
Cuanto dolor
La distancia, es tierno y salvaje, dulce y amargo
En honor al tramposo amor
Doy vueltas en los recuerdos que te hacen mía
Desde que te conocí hasta tu último abrazo, tu último beso
Cuanto dolor
En cada metro de distancia, intenso me quemo a fuego lento, lento
No lo puedo dejar de pensar
Mataría por tenerte acá
Yo no me quería ir, esto no puede se verdad
En honor al tramposo amor
Dejo al silencio ser dueño de mi suerte
Desde que estoy aquí el tiempo me abraza terriblemente lento
Cuanto dolor
La distancia es tierno y salvaje, dulce y amargo
En honor al tramposo amor
Doy vueltas y vueltas como una noria
Desde ahora en adelante todo será por el maldito teléfono
Cuanto dolor
La distancia es tierno y salvaje, dulce y amargo
No lo puedo dejar de sentir
Te extraño y quiero vomitar
Yo no me quería ir, esto no puede se verdad
En honor al tramposo amor
Dejo al silencio ser dueño de mi suerte
Desde que estoy aquí el tiempo me abraza terriblemente lento
Cuanto dolor
La distancia es tierno y salvaje, dulce y amargo

Tradução da letra

Em homenagem ao Trapaceiro amor
Dou voltas e voltas como uma roda gigante
De agora em diante tudo será pelo maldito
Tanta dor
A distância, é terno e selvagem, doce e amargo
Em homenagem ao Trapaceiro amor
Dou voltas nas memórias que te fazem minha
Desde que te conheci até ao teu último abraço, ao teu Último Beijo
Tanta dor
Em cada metro de distância, intenso eu queimar em fogo baixo, lento
Não consigo parar de pensar
Mataria por te ter aqui
Eu não queria ir, isto não pode ser verdade
Em homenagem ao Trapaceiro amor
Deixo ao silêncio ser dono da minha sorte
Desde que estou aqui o tempo me abraça terrivelmente devagar
Tanta dor
A distância é macia e selvagem, doce e amargo
Em homenagem ao Trapaceiro amor
Dou voltas e voltas como uma roda gigante
De agora em diante tudo será pelo maldito telefone
Tanta dor
A distância é macia e selvagem, doce e amargo
Não consigo parar de sentir
Sinto a tua falta e quero vomitar
Eu não queria ir, isto não pode ser verdade
Em homenagem ao Trapaceiro amor
Deixo ao silêncio ser dono da minha sorte
Desde que estou aqui o tempo me abraça terrivelmente devagar
Tanta dor
A distância é macia e selvagem, doce e amargo