Diffuzion — City of Dust letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "City of Dust" de Diffuzion.

Letra

With days being shadows of grey
We’re blind looking through broken glass
And every heartbeat sounds the same
We’re lost in the city of dust
As words die when leaving our lips
We drown in the seas of regret
No feathers are left on our wings
No reasons for tears to be shed
We’ve taken our path to the end
Our trace under layers of dust
Our anger is broken and spent
Our anger has turned into ice
As words die when leaving our lips
We drown in the seas of regret
No feathers are left on our wings
No reasons for tears to be shed
Maybe when choosing our way
We took the turn that was wrong
Or maybe the city of dust
Is where we have always belonged
Lost in this prison of ice
Covered with layers of dust
Knowing no more who we are
Cold and indifferent we last
Maybe when choosing our way
We took the turn that was wrong
Or maybe the city of dust
Is where we have always belonged
Lost in this prison of ice
Covered with layers of dust
Knowing no more who we are
Cold and indifferent we last

Tradução da letra

Com os dias a serem sombras cinzentas
Estamos cegos a olhar através de vidro partido
E todos os batimentos batem o mesmo
Estamos perdidos na cidade do pó
Enquanto as palavras morrem quando deixamos os nossos lábios
Afogamo-nos nos mares do arrependimento
Não sobram penas nas nossas asas
Nenhuma razão para lágrimas serem derramadas
Seguimos o nosso caminho até ao fim.
Os nossos vestígios sob camadas de pó
A nossa raiva está quebrada e gasta
A nossa raiva transformou-se em gelo.
Enquanto as palavras morrem quando deixamos os nossos lábios
Afogamo-nos nos mares do arrependimento
Não sobram penas nas nossas asas
Nenhuma razão para lágrimas serem derramadas
Talvez quando escolhermos o nosso caminho
Fizemos a curva errada.
Ou talvez a cidade do pó
É onde sempre pertencemos
Perdido nesta prisão de gelo
Coberta por camadas de pó
Não saber mais Quem somos
Frio e indiferente nós últimos
Talvez quando escolhermos o nosso caminho
Fizemos a curva errada.
Ou talvez a cidade do pó
É onde sempre pertencemos
Perdido nesta prisão de gelo
Coberta por camadas de pó
Não saber mais Quem somos
Frio e indiferente nós últimos