Diego Vasallo — La vida mata letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La vida mata" de Diego Vasallo.

Letra

Los golpes duelen
La vida mata
El tiempo cura
Los días pasan
Y al comenzar
Esta partida
Ya llevo un alma
A la deriva
Canciones de cuna para adultos
Atravesadas por los años
Que llevan en su oscura melodía
Tatuada la flor del desengaño
Y están las sombras
Y está el olvido
Y este infinito
Tiempo perdido
Y está el amor
Y están los besos
Y un mundanal dolor de huesos
El viento insiste como siempre
En recordarme los sonidos
Del terco latido de las cosas
De mundos aún desconocidos
La pena hiere
La vida mata
Con sueños rotos
Y balas de plata
Septiembre llega
Como si nada
Y se disuelve
En tu mirada
Vividores sin vida enamorados
De la pálida luz de las estrellas
Esparcen poemas en la noche
Intentando borrar después sus huellas

Tradução da letra

Os golpes doem
A vida mata
O tempo cura
Os dias passam
E ao começar
Este jogo
Já tenho uma alma
À deriva
Canções de ninar para adultos
Atravessadas pelos anos
Que eles carregam em sua melodia escura
Tatuada a flor do Desengano
E há as sombras
E há o esquecimento
E este infinito
Tempo perdido
E há o amor
E há os beijos
E uma dor de ossos mundana
O vento insiste como sempre
Em Lembrar me dos sons
Do batimento cardíaco teimoso das coisas
De mundos ainda desconhecidos
A pena fere
A vida mata
Com sonhos partidos
E balas de prata
Setembro chega
Como se nada
E se dissolve
No teu olhar
Vivedores sem vida apaixonados
Da luz pálida das estrelas
Eles espalham poemas à noite
A tentar apagar as impressões digitais