Didier Barbelivien — La rivière de notre enfance letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La rivière de notre enfance" de Didier Barbelivien.
Letra
Je me souviens d’un arbre
Je me souviens du vent
De ces rumeurs de vagues
Au bout de l’ocean
Je me souviens d’une ville
Je me souviens d’une voix
De ces noels qui brillent
Dans la neige et le froid
Je me souviens d’un reve
Je me souviens d’un roi
D’un ete qui s’acheve
D’une maison de bois
Je me souviens du ciel
Je me souviens de l’eau
D’une robe en dentelle
Dechiree dans le dos
Ce n’est pas du sang qui coule dans nos veines
C’est la riviere de notre enfance
Ce n’est pas sa mort qui me fait d’la peine
C’est de n’plus voir mon pere qui danse
Je me souviens d’un phare
Je me souviens d’un signe
D’une lumiere dans le soir
D’une chambre anonyme
Je me souviens d’amour
Je me souviens des gestes
Le fiacre du retour
Le parfum sur ma veste
Je me souviens si tard
Je me souviens si peu
De ces trains de hasard
D’un couple d’amoureux
Je me souviens de Londres
Je me souviens de Rome
Du soleil qui fait l’ombre
Du chagrin qui fait l’homme
Ce n’est pas du sang qui coule dans nos veines
C’est la riviere de notre enfance
Ce n’est pas sa mort qui me fait d’la peine
C’est de n’plus voir mon pere qui danse
Ce n’est pas du sang qui coule dans nos veines
C’est la riviere de notre enfance
Ce n’est pas sa mort qui me fait d’la peine
C’est de n’plus voir mon pere qui danse
Tradução da letra
Lembro-me de uma árvore
Lembro-me do vento
A partir destes rumores de ondas
No fim do oceano
Lembro-me de uma cidade
Lembro-me de uma voz
Daqueles natais que brilham
Na neve e no frio
Lembro - me de um sonho
Lembro-me de um rei.
De um verão que acaba
De uma casa de madeira
Lembro-me do céu
Lembro-me da água.
De um vestido de renda
Deciree lá atrás
Não é o sangue que corre nas nossas veias.
Este é o rio da nossa infância
Não é a morte dela que me dói.
Já não é ver o meu pai dançar.
Lembro-me de um farol
Lembro-me de um sinal.
De uma luz à noite
De um quarto anónimo
Lembro-me do amor
Lembro-me dos gestos.
O fiacre do retorno
O perfume no meu casaco
Lembro-me tão tarde.
Lembro-me tão pouco
Destes comboios aleatórios
De um casal de amantes
Lembro-me de Londres.
Lembro-me de Roma.
Do sol que faz a sombra
Dor que faz o homem
Não é o sangue que corre nas nossas veias.
Este é o rio da nossa infância
Não é a morte dela que me dói.
Já não é ver o meu pai dançar.
Não é o sangue que corre nas nossas veias.
Este é o rio da nossa infância
Não é a morte dela que me dói.
Já não é ver o meu pai dançar.