Dew-Scented — Slaves of Consent letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Slaves of Consent" de Dew-Scented.
Letra
Existential demise
We close our eyes to conceal it No air to breathe
No time left, it’s all over
Awaken in denial
Evoke a perpetual bane
No way to justify
This inhuman urge to degenerate
We only see what we wish to be But can’t conceive what we perceive
I see the writings on the wall
Where did we think this would end?
We’re on the verge to tragedy
We are blind slaves of consent
The answer is in the mirror
A constant threat’s within
Words won’t heal but compound
They don’t speak the truth
Disguise the guilt
So nobody can see through
How very foul all doing and undoing is When carried too far
All our fears come alive
We steal a glance at destiny
And all we sight is born of sin
Bound to atone for infinity
The omission and transgression
Unforgiven, unreleased adversity
Words unspoken, solemn promise
We praise the downfall drawing near
As we approach our termination
We are blind slaves of consent
The answer is in the mirror
A constant threat’s within
Words won’t heal but compound
They don’t speak the truth
Existential demise
We close our eyes to conceal it No air to breathe
At the verge to tragedy
I see the writings on the wall
Where did we think this would end?
We’re on the verge to tragedy
We are blind slaves of consent
All our fears come alive
We steal a glance at destiny
And all we sight is born of sin
Bound to atone for infinity
Tradução da letra
Morte existencial
Fechamos os olhos para esconder não há ar para respirar
Não há tempo, acabou tudo.
Acorda em negação
Evoca um Bane perpétuo
Não há forma de justificar
Este desejo desumano de degenerar
Só vemos o que queremos ser, mas não podemos conceber o que percebemos.
Vejo os escritos na parede.
Onde pensámos que isto ia acabar?
Estamos à beira da tragédia.
Somos escravos cegos do consentimento
A resposta está no espelho
Uma ameaça constante está dentro
As palavras não vão sarar, mas vão agravar-se.
Eles não dizem a verdade.
Disfarçar a culpa
Para que ninguém possa ver através
Como tudo o que está a fazer e a desfazer é horrível quando levado demasiado longe
Todos os nossos medos ganham vida
Nós roubamos um olhar para o destino
E tudo o que vemos nasce do pecado
Obrigado a expiar para o infinito
Omissão e transgressão
Adversidade imperdoável, não revelada
Palavras não ditas, promessa Solene
Louvamos a queda que se aproxima
À medida que nos aproximamos do fim
Somos escravos cegos do consentimento
A resposta está no espelho
Uma ameaça constante está dentro
As palavras não vão sarar, mas vão agravar-se.
Eles não dizem a verdade.
Morte existencial
Fechamos os olhos para esconder não há ar para respirar
À beira da tragédia
Vejo os escritos na parede.
Onde pensámos que isto ia acabar?
Estamos à beira da tragédia.
Somos escravos cegos do consentimento
Todos os nossos medos ganham vida
Nós roubamos um olhar para o destino
E tudo o que vemos nasce do pecado
Obrigado a expiar para o infinito