Devendra Banhart — Lazy Butterfly letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lazy Butterfly" de Devendra Banhart.

Letra

Lazy butterfly napping on me Dreaming of the sky and roly polys
Wake up, wake up, clouds are coming, clouds are coming
Wake up, wake up, rains are falling, rains are falling
Colors in my eye are staring at me Anchor at my side as sweet as silver
Pleasure, pleasure, don’t forget her, don’t forget her
Love her, love her, I won’t forget her, I won’t forget her
Seashell fingernail scratching at me Brown eyed lullaby singing at me Come on, come on, try and catch me, try and catch me Come on, come on, try and catch m, try and catch me Cotton old cloud smoke I know he feels it Rising from an oak because I feel it He burn, he burn, mesmerizing, mesmerizing
He burn, he burn, hypnotizing, hypnotizing
Hopeful wise old worm in his temple
Digging in the dirt staying simple
Married, married, to the desert to the desert
Climbing, climbing, up a ladder up a ladder
Purple hummingbird in the meadow
Suckling at the flow of its shadow
See the day fit your fist in, fit your fist in It’s never too late, I’d like to think so, I’d like to think so Knife stuck in her paw someone help her
Gather sticks and straw and build it shelter
Don’t you, don’t you, let her die yeah, let her die yeah

Tradução da letra

Borboleta preguiçosa a dormir em cima de mim a sonhar com o céu e polys rosados
Acorda, acorda, as nuvens estão a chegar, as nuvens estão a chegar
Acorda, acorda, as chuvas estão a cair, as chuvas estão a cair
Cores nos meus olhos estão a olhar para mim âncora ao meu lado tão doce como prata
Prazer, prazer, não a esqueças, não a esqueças
Ama-a, ama - a, não a esquecerei, não a esquecerei
Seashell unha arranhando-me Brown eyed cantando uma canção de ninar para mim venha, Venha, tentar me pegar, tentar me pegar venha, Venha, tentar pegar m, tentar me pegar de Algodão velho nuvem de fumaça eu sei que ele sente que, Subindo de um carvalho, porque eu sinto que Ele queima, ele queimar, hipnotizantes e fascinantes
Ele queima, ele queima, hipnotiza, hipnotiza
Um velho verme sábio e esperançoso no seu templo.
Escavando na terra mantendo-se simples
Casado, casado, com o deserto
Subir, subir, subir uma escada
Beija-flor roxo no prado
Amamentando no fluxo de sua sombra
O dia em que colocares o punho, o teu punho nunca é tarde de mais, gostava de pensar que sim, gostava de pensar que a faca espetada na pata alguém a ajude
Peguem em paus e palha e construam abrigo.
Tu não, tu não, deixa-a morrer sim, deixa-a morrer sim