Depths of Hatred — Ill Prosperity letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ill Prosperity" de Depths of Hatred.

Letra

A celebration of abiding decay, fornicating reality.
Contagion expanding, ravaging the populace.
An inner rage of sloth.
Force-feeding the nation with debt, inflicting the bane of existence.
Beholders of wage with no deed pursued.
Occupying a stronghold of degradation.
The plague rises forth to conformity, sweeping the masses.
Crippled, diseased.
Judgment so clouded, filth so pervasive.
Visceral acts have become so inept.
Withstanding prosperity; tarnished with misery.
Ill-disposed vermin crawling in waste.
Marching onward through the valley of fate; the precipice of death.
A throne built upon the destruction of prospect.
Near-dead bodies at the mouth of delusion.
Depriving embodiment; throw the herd to the wolves.
When corruption turns to aberration, the worriment ensues.
An illusion of abundance, hastily vanishing.
Sovereign encouraged stupefied state; veracious scum of the earth.
Starving for release; indisposed mindless youth.
Gorging obedience, absorbing riches, our vigor depleting.
Disfiguration, mutation, an alteration so vulgar.
Confined to malnourishment, the quandary arises.
A celebration of abiding decay, fornicating reality.
Contagion expanding, ravaging the populace.
An inner rage of sloth.
Our common demeanor has created inhuman disease.
Fear strikes the wicked as we become a new breed.
Swine for slaughter!
The human race not sane until they bleed.

Tradução da letra

Uma celebração da decadência permanente, da fornicação da realidade.
O contágio está a expandir-se, a devastar a população.
Uma raiva interior da preguiça.
Alimentar a nação com a dívida, infligindo a proibição da existência.
Que observem a oração, sem que se cumpram os seus desígnios.
Ocupando uma fortaleza de degradação.
A praga se eleva à conformidade, varrendo as massas.
Aleijado, doente.
Julgamento tão nublado, imundice tão penetrante.
Os actos viscerais tornaram-se tão ineptos.
Suportando a prosperidade, manchada pela miséria.
Vermes mal dispostos a rastejar no lixo.
Marchando para a frente através do Vale do destino, o precipício da morte.
Um trono construído sobre a destruição de prospect.
Corpos quase mortos na boca da ilusão.
Privando a personificação, atirar a manada aos lobos.
Quando a corrupção se transforma em aberração, a angústia segue-se.
Uma ilusão de abundância, desaparecendo apressadamente.
O soberano encorajou o estado insipiente, a escumalha da terra.
Faminto de libertação, juventude irrepreensível.
A empanturrar a obediência, a absorver riquezas, o nosso vigor a esgotar-se.
Desfiguração, mutação, uma alteração tão vulgar.
Confinado à desnutrição, surge o dilema.
Uma celebração da decadência permanente, da fornicação da realidade.
O contágio está a expandir-se, a devastar a população.
Uma raiva interior da preguiça.
O nosso comportamento comum criou doenças desumanas.
O medo atinge os ímpios quando nos tornamos uma nova raça.
Porcos para abate!
A raça humana não está sà até sangrar.