Def Con Dos — Dolor ajeno letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dolor ajeno" de Def Con Dos.
Letra
Piel quemada, hierros afilados
En el tostador se chamusca una mano
Esposas, grilletes y mordazas
Espasmos sangrientos con cada descarga
El perro famélico, ya no ladra
El pájaro ha muerto de sed en su jaula
Un cuerpo podrido, un virus que mata
Heridas con moscas que nadie espanta
Dolor, dolor ajeno, y yo en mi casa, no se de que me quejo
Sangre coagulada en la escombrera, ropa hecha jirones
Unas gafas rotas, y un pedrusco triturando la cabeza
Gritos silenciados por el descampado
Historias do horror cotidiano
Que suceden en los puntos cotidianos del casco urbano, nunca hay testigos
Llora la familia, lloran los amigos
Dolor, dolor ajeno, y yo en mi casa, no se de que me quejo
Hutus contra tutsis, tutsis contra hutus
Entnia, machete, machaque, orgullo
Me das, te doy, me muero, te mato
Y siempre acaban ganando los gusanos
Rios desbordados anegan chabolas
Aludes de barro sepultan poblados
Los indios masacrados, el preso se ahoraca
El niño que sonria con semen en la boca
Dolor, dolor ajeno, y yo en mi casa, no sé de que me quejo
Tradução da letra
Pele queimada, ferros afiados
Na torradeira uma mão é queimada
Algemas, Algemas e garras
Espasmos sangrentos com cada descarga
O cão faminto, já não ladra
O pássaro morreu de sede em sua gaiola
Um corpo podre, um vírus que mata
Feridas com moscas que ninguém assusta
Dor, dor alheia, e eu em minha casa, não sei do que me queixo
Sangue coagulado na escombreira, roupas esfarrapadas
Uns óculos partidos e um pedrusco a esmagar a cabeça
Gritos silenciados pelo descampado
Histórias do horror cotidiano
Acontecendo nos pontos cotidianos da cidade, nunca há testemunhas
A família chora, os amigos choram
Dor, dor alheia, e eu em minha casa, não sei do que me queixo
Hutus contra tutsis, tutsis contra hutus
Entnia, machete, machaque, orgulho
Dás - me, dou-te, Morro, mato-te
E acabam sempre a ganhar os vermes
Rios transbordados anegan favelas
Avalanches de lama enterram povoados
Os índios massacrados, o preso se agoraca
A criança que sorri com porra na boca
Dor, dor alheia, e eu na minha casa, não sei do que me queixo