Debout sur le zinc — Les passantes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les passantes" de Debout sur le zinc.

Letra

Je veux dédier ce poème
A toutes les femmes qu’on aime
Pendant quelques instants secrets
A celles qu’on connait à peine
Qu’un destin différent entraîne
Et qu’on ne retrouve jamais
A celles qu’on voit apparaître
Une seconde à sa fenêtre
Et qui, preste, de s'évanouir
Mais dont la svelte silouhette
Est si gracieuse et fluette
Qu’on n’en demeure épanoui
A l’accompagne de voyage dont les yeux
Charme au paysage
Font paraître court le chemin
Qu’on est seul peut être à comprendre
Et qu’on laisse pourtant descendre
Sans avoir effleuré sa main
A celles qui sont déjà prises
Et qui vivant des heures grises
Près d’un être trop différent
Vont ont, Inutile folie
Laissons voir la mélancolie
D’un avenir désespérant
J’ai revis malgé apercu
Espérance d’un jour déçu
Vous serez dans l’oubli demain
Pour peu que le bonheur survienne
Il est rare que l’on se souvienne
Des épisodes du lendemain
Mais si on a manqué sa vie
On songe avec un peu d’envie
A tous ces bonheurs d’entrevus
Aux coeurs qui doivent vous attendre
Aux baisers qu’on osa pas prendre
Aux yeux qu’on a jamais revus
Alors au soir de lassitude
Tout en peuplant sa solitude
Les fantômes du souvenir
On pleure les levres absentes
De toutes ces belles passantes
Que l’on a pas su retenir
Que l’on a pas su retenir

Tradução da letra

Quero dedicar este poema
A todas as mulheres que amamos
Por alguns momentos secretos
Para aqueles que mal conhecemos
Que um destino diferente implica
E que nunca encontramos
Para aqueles que vemos aparecer
Um segundo na janela dele.
E que, pronto, para desmaiar
Mas cuja silhueta esbelta
É tão gracioso e fluente
Não nos deixemos cumprir
Um companheiro de viagem cujos olhos
Charme para a paisagem
Fazer o caminho parecer curto
Que estamos sozinhos pode ser compreender
E mesmo assim desiludido
Sem lhe tocar na mão
Aos que já foram levados
E que vivem horas cinzentas
Perto de um ser demasiado diferente
Terá, loucura inútil
Vamos ver a melancolia
Um futuro desesperado
Eu vi outra vez.
Esperança de um dia desapontado
Serás esquecido amanhã.
Enquanto a felicidade chegar
É raro lembrar
Episódios do dia seguinte
Mas se perdermos a vida dele
Pensamos com um pouco de inveja
A todas estas boas entrevistas
Aos corações que têm de esperar por ti
Beijos que não nos atrevemos a receber
Aos olhos que nunca mais vimos
Logo, ao anoitecer,
Ao povoar a sua solidão
Os fantasmas da lembrança
Choramos os levres desaparecidos.
De todos estes belos transeuntes
Que não nos lembramos
Que não nos lembramos