Death In June — Hero Gallow letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Hero Gallow" de Death In June.

Letra

Sacred war breeds devils' martyrs
Our reckoning raises banished masters
In the iron-grey apocalypse
Among the leaves of autumn’s dead
Heroes have been born again
In the temple of holy lands
In the iron-grey apocalypse
Among the trees of autumn’s end
Heroes have been hanged again
In the temple of internal lands
Sacred war…
Never to weep at the boldest of graves
But there to find, our blood-gift remains
The treasure and the atrocity
The blackened shades of ages' night
Never to weep at the boldest of graves
But there to find our life-gift remains
The treasure and atrocity
Blackened waves of ages' night
Sacred war breeds devils' martyrs
Our reckoning raises banished masters
Sacred war breeds devils' masters
Our reckoning raises banished martyrs
Amidst the tree of autumn’s end
Horrors have been born again
In the temple of internal lands
The New Jerusalem falls and stands
Amidst the trees of summer’s end
Heroes have been hanged again
In the temple of the holiest lands
The New Jerusalem falls and stands
In the iron-grey, we part our lips…

Tradução da letra

A guerra Sagrada gera mártires do diabo.
O nosso ajuste de contas levanta mestres banidos.
No apocalipse ferro-cinzento
Entre as folhas do outono mortas
Heróis nasceram de novo
No templo das terras sagradas
No apocalipse ferro-cinzento
Entre as árvores do fim do outono
Os heróis foram enforcados outra vez.
No templo das terras internas
Guerra Sagrada…
Nunca chorar no mais ousado dos túmulos
Mas lá para encontrar, o nosso dom de sangue permanece
O tesouro e a atrocidade
As sombras enegrecidas da noite
Nunca chorar no mais ousado dos túmulos
Mas lá para encontrar o nosso presente de vida permanece
O tesouro e a atrocidade
Ondas enegrecidas da noite
A guerra Sagrada gera mártires do diabo.
O nosso ajuste de contas levanta mestres banidos.
A guerra Sagrada gera mestres do diabo.
O nosso acerto de contas levanta Mártires banidos.
No meio da árvore do fim do outono
Os horrores nasceram de novo
No templo das terras internas
A Nova Jerusalém cai e ergue-se
Entre as árvores do fim do verão
Os heróis foram enforcados outra vez.
No templo das terras mais sagradas
A Nova Jerusalém cai e ergue-se
No cinzento-de-ferro, separamos os lábios…