Darksun — la luz interior letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "la luz interior" de Darksun.
Letra
Soy tormenta y la tempestad
el mar en calma que no volverá
el guardián del secreto vital
lo que me alimenta quieres domar
Mentiste para verme ahogar
los que te sirvieron ya no están
los grandes héroes desaparecieron
fui yo quien te trajo hasta aquí
Que serias tu sin mi la inocencia partió
y nunca regreso
Deja que muera otra vez
sabes bien que volveré a nacer
deja que muera otra vez
de las cenizas de mi piel resurgiré
Cúlpame, quien soy yo ves llorar, te has de aprovechar
la última gota de mis sentimientos
me empujaste al vacio
y sentiste el camino de rosas al infierno
Y este corazón a tasado sin piedad, no olvidara jamás
violas mi alma y el corazón
robas barajas llenas de ilusión
Ahora he vuelto con maldad
llora en sueños tan brutal
Los que te sirvieron ya no están
los grandes héroes desaparecieron
fui yo quien te trajo hasta aquí
Que serias tu sin mi la inocencia partió
y nunca regreso
Deja que muera otra vez
sabes bien que volveré a nacer
deja que muera otra vez
de las cenizas de mi piel resurgiré
Deja que muera otra vez
sabes bien que volveré a nacer
deja que muera otra vez
de las cenizas de mi piel resurgiré
Soy la copa en el desierto
lo que la luz no siempre da soy una espina que hace tiempo
y me la tiene que pagar
Soy el frio y tempestad
por aquí no arde el sol
como la llama que se extingue
esto nos da mucho calor
Soy la copa en el desierto
lo que la luz no siempre da soy una espina que hace tiempo
y me la tiene que pagar
Soy el frio y tempestad
por aquí no arde el sol
como la llama que se extingue
esto nos da mucho calor
Tradução da letra
Sou tempestade e tempestade
o mar calmo que não voltará
o guardião do segredo vital
o que me alimenta queres domar
Mentiste para me ver afogar
os que te serviram já não estão
os grandes heróis desapareceram
fui eu que te trouxe até aqui
Que serias tu sem mim a inocência partiu
e nunca mais volto
Deixa me morrer outra vez
sabes bem que vou nascer de novo
deixa me morrer outra vez
das cinzas da minha pele ressurgirei
Culpe-me, quem sou eu você vê chorar, você deve aproveitar
a última gota dos meus sentimentos
empurraste me para o vazio
e sentiste o caminho das rosas para o inferno
E este coração a valorizado impiedosamente, não esquecerá jamais
violas a minha alma e o meu coração
roubas baralhos cheios de ilusão
Agora voltei com maldade
chora em sonhos tão brutal
Os que te serviram já não estão
os grandes heróis desapareceram
fui eu que te trouxe até aqui
Que serias tu sem mim a inocência partiu
e nunca mais volto
Deixa me morrer outra vez
sabes bem que vou nascer de novo
deixa me morrer outra vez
das cinzas da minha pele ressurgirei
Deixa me morrer outra vez
sabes bem que vou nascer de novo
deixa me morrer outra vez
das cinzas da minha pele ressurgirei
Sou a taça no deserto
o que a luz nem sempre dá sou um espinho que faz tempo
e tem de me pagar
Sou o frio e a tempestade
por aqui não arde o sol
como a chama que se extingue
isso nos dá muito calor
Sou a taça no deserto
o que a luz nem sempre dá sou um espinho que faz tempo
e tem de me pagar
Sou o frio e a tempestade
por aqui não arde o sol
como a chama que se extingue
isso nos dá muito calor