Dani Martin — París letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "París" de Dani Martin.

Letra

Quiero amanecer
Una mañana de diciembre en París,
Darme la vuelta y que me digas tu que si Que ya no hay nada mas
Y ahora seguir caminando hacia adelante voy.
Para amanecer
Una mañana de noviembre en mi Madrid
Que pase un año y ver si seguimos aquí
Si aun queremos mas
Que hay mil cosas que se ponen por delante hoy.
Y queremos siempre rosas
Y Venecia, Verona y París
Y la vida es otra cosa
La verdad, la mentira y un si
Y tenemos mariposas
Y gusanos sin seda y al fin
Hay serpientes venenosas
Y un disfraz que se rompe al vivir.
Quiero amanecer
Sin tus abrazos sin tu vientre sin París
Que siempre muere lo que vimos construir
Prefiero soledad
Que me acompaña desde siempre, cerca y hasta hoy.
Quiero amanecer
Sin tus encantos sin tus ganas de reír
Sin tus virtudes que en defectos convertí
Maldita realidad
Que lo bonito dura un rato y se vuelve a ir.
Y queremos siempre rosas
Y Venecia, Verona y París
Y la vida es otra cosa
La verdad, la mentira y un si
Y tenemos mariposas
Y gusanos sin seda y al fin
Hay serpientes venenosas
Y un disfraz que se rompe al vivir.
Y queremos siempre rosas
Y Venecia, Verona y París
Y la vida es otra cosa la verdad la mentira y un si!
(Gracias a Ana por esta letra)

Tradução da letra

Quero amanhecer
Uma manhã de dezembro em Paris,
Viro me e diz me tu que já não há mais nada
E agora continuar andando para a frente eu vou.
Para amanhecer
Uma manhã de novembro no meu Madrid
Passe um ano e ver se ainda estamos aqui
Se ainda quisermos mais
Que há mil coisas que estão à frente hoje.
E queremos sempre rosas
E Veneza, Verona e Paris
E a vida é outra coisa
A verdade, a mentira e um sim
E temos borboletas
E bichos sem seda e finalmente
Há cobras venenosas
E um disfarce que se quebra ao viver.
Quero amanhecer
Sem os teus abraços sem a tua barriga sem Paris
Que sempre morre o que vimos construir
Prefiro solidão
Que me acompanha desde sempre, perto e até hoje.
Quero amanhecer
Sem os teus encantos sem o teu desejo de rir
Sem as tuas virtudes que em defeitos transformei
Maldita Realidade
Que o bonito dura um pouco e se volta a ir.
E queremos sempre rosas
E Veneza, Verona e Paris
E a vida é outra coisa
A verdade, a mentira e um sim
E temos borboletas
E bichos sem seda e finalmente
Há cobras venenosas
E um disfarce que se quebra ao viver.
E queremos sempre rosas
E Veneza, Verona e Paris
E a vida é outra coisa a verdade a mentira e um sim!
(Graças a Ana por esta letra)