Danakil — La route des songes letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La route des songes" de Danakil.
Letra
Divagations sur le papier
Sans but, sans fonction
Presque sans intérêt
Assis sur le haut de cette butte de sable
Dominant la ville
Qui m'écoute lui chanter mes fables
Loin de chez moi, je me laisse vivre
Loin de chez moi
Longtemps, que de mon crâne c’est envolé le souvenir du froid
Autour ne sont que gamins qui chantent
Bruits de la nature, odeurs alléchantes.
Et moi perdu sur la route des songes
Regards figés sur le fleuve qui serpente
Papa j’ai lu tes mémoires, appris sur tes coups d’coeur et sur tes déboires.
C’est toi que je vois dans mon miroir en lisant les pages du livre de ton
histoire
De l’eau a coulé sous les ponts,
Depuis ton grand voyage
Je réalise içi, qu'à cette époque tu avait mon âge
Au grand temps qui passe,
Qui nous affole, si la voix se fait libre
J’irai trainer à la même école
Et pris du charme de tout ce décor
Les cris des cigales percent au dehors.
En terre malienne j’ai repris le souffle
Que la routine avait volé
Oublié que les rapports s’essoufflent
Sur une vieille robe entachée
Tenir mes côtes et rire au larmes
De mes propres fautes
Personne ne craint ici de devoir apprendre des autres
Et l’aube lève le voile sur la grande ville
Le matin emporte l’excès d’adrénaline
Et moi perdu sur la route des songes
Regards figés je termine sur ces lignes.
Big up pour Danakil !
(Merci à La belette ! pour cettes paroles)
Tradução da letra
Divagações no papel
Sem propósito, sem função
Quase desinteressante
Sentado no topo deste monte de areia
Dominando a cidade
Que me ouve cantar as minhas fábulas
Longe de casa, deixei-me viver
Longe de casa
Há muito tempo que, do meu crânio, voava a memória do frio.
Por aí só há crianças a cantar
Sons da natureza, cheiros para regar a boca.
E perdi na estrada dos sonhos
Olhares congelados no rio sinuoso
Pai, li as tuas memórias, soube dos teus favoritos e dos teus problemas.
É você que eu vejo no meu espelho lendo as páginas do seu livro
historia
A água afundou sob as pontes,
Desde a sua grande viagem
Eu percebi aqui, naquela altura, que tinhas a minha idade.
Para o grande tempo que passa,
Que nos assusta, se a voz se torna livre
Vou sair na mesma escola.
E tirado do encanto de toda esta decoração
Os gritos das cigarras perfuram o exterior.
Na terra do Mali, respirei
Aquela rotina tinha roubado
Esqueci-me que as relações acabaram.
Num vestido velho manchado
Segura as minhas costelas e ri-te até chorar
Dos meus próprios defeitos
Ninguém aqui teme ter de aprender com os outros.
E o amanhecer levanta o véu sobre a grande cidade
De manhã tira-nos excesso de adrenalina.
E perdi na estrada dos sonhos
Os olhares congelados terminam nestas linhas.
Um grande aplauso para o Danakil !
(Graças à doninha ! para estas palavras)