Dagon — Land of Phantoms letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Land of Phantoms" de Dagon.

Letra

with weary heart and bones.
Hoping mysteries would be unraveled,
discovering nothing but quandaries and unknowns.
Finally at the limits of mettle,
the cursed place I’d found.
A preternatural silence left me unsettled.
The denizens uttered no words and made no sound.
This land of phantoms, this village of the damned.
One thousand eyes upon me, a foreigner in this aberrant
land.
This land of phantoms, this village of the damned.
On vindication’s quest I’ll persevere, so ancient
enigmas man may understand.
A sea of empty visages and eyes
were to greet me at my ingress.
My queries drew belligerent replies,
this damnable rabble was seemingly possessed.
The village called for my immediate departure,
in a singular chorus.
Acting as a hive minded creature,
with the eyes of Argos and cyclopean focus.
I must unearth the secrets hidden in this land,
buried beneath eternal dreams and the sand.
I’ll continue my search under cover of the night,
bringing these nautical enigmas to the light.
Those who thought me mad shall see me overcome,
I would have my triumph in this wretched land of phantoms.
By night I scoured the Atlantic shore,
with certainty of my cause.
The villager’s silence told a terrible story,
but my quest nears completion, I will not withdraw.
Written in these ancient sands,
a thousand tales of old.
Despite the villager’s attempts to silence me,
the stories will be told.

Tradução da letra

com o coração e os ossos cansados.
Esperando que os mistérios fossem desvendados,
não descobrindo nada além de quandários e incógnitos.
Finalmente, nos limites do poder,
o lugar amaldiçoado que encontrei.
Um silêncio sobrenatural deixou-me inquieto.
Os denizens não proferiram palavras e não fizeram barulho.
Esta terra de fantasmas, esta aldeia dos condenados.
Mil olhos em mim, um estrangeiro nesta aberração
terra.
Esta terra de fantasmas, esta aldeia dos condenados.
Na busca da vindicação eu perseverarei, tão antigo
enigmas o homem pode entender.
Um mar de olhares e olhos vazios
eram para me receber na minha entrada.
As minhas perguntas atraíram respostas beligerantes.,
esta maldita ralé parecia possuída.
A aldeia pediu a minha partida imediata.,
num coro singular.
Agindo como uma criatura de espírito Colmeia,
com os olhos de Argos e foco ciclopeano.
Tenho de descobrir os segredos escondidos nesta terra.,
enterrado debaixo dos sonhos eternos e da areia.
Vou continuar a minha busca a coberto da noite.,
trazer estes enigmas náuticos para a luz.
Aqueles que me achavam louco ver-me-ão vencer,
Teria o meu triunfo nesta terra miserável de fantasmas.
De noite, percorri a costa atlântica,
com certeza da minha causa.
O silêncio do aldeão contou uma história terrível.,
mas a minha missão aproxima-se da conclusão, não me vou retirar.
Escrito nestas areias antigas,
mil contos antigos.
Apesar das tentativas do aldeão de me silenciar,
as histórias serão contadas.