Cultura Profética — Suelta Los Amarres letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Suelta Los Amarres" de Cultura Profética.
Letra
Escucha este ritmo que arde,
Suelta los amarres.
No te resistas a su agarre, no.
Hago un llamado para la unidad
Regando voces del diario,
Voces de un pueblo latente
Que siente y vive desengaño.
Oye que dice…
Estoy cansa’o de caminar
Sobre una fina cuerda.
Soy inestable equilibrista
Para esta efímera carrera.
No puede ser, no debe ser,
Ilusamente nos aferran los días
Hacía lo sublime de una vida fácil
Que gregarios nos deja.
¿y qué se puede esperar?, pregunto
¿qué se debe buscar?,
Si cada intento, cada esperanza
Se va a corta' con el matorral.
Esto es moviendo los engranes,
Cambiando enfoque,
Revitalizando tu voluntad.
Conéctate al ritmo vivo de la tierra y siente,
Comprende que juntos somos una fuerza.
Todo es posible si se intenta.
Estoy cansa’o de caminar.
Reevaluar, reinventar
Dar a un trueno la elegancia que asfixia.
A la iniquidad que vacila en el pecho,
Mostrarle vida.
En el mogote inhumar la mala entraña con cal,
¡y en un columpio hecho de notas
Mecer la vida es la nueva edad!
Hago un llamado para la unidad
Regando voces del diario,
Voces de un pueblo latente
Que siente y vive desengaño.
Oye que dice…
Estoy cansa’o de caminar…
Representamos la nueva edad,
Así que.
No amemos la lucha vieja,
No andemos en pos de guerra.
Representamos la nueva edad,
¡así es…
Nuestra lucha es interna,
Cada cual tiene ya su brega.
(cada cual tiene ya su brega),
En el alma una enredadera.
(cada cual tiene ya su brega)
Balancear adentro la esfera.
(cada cual tiene ya su brega)
Dar ejemplo es la mejor guerra.
(cada cual tiene ya su brega)
Crecer de adentro hacia afuera
Tradução da letra
Ouve este ritmo a arder,
Solta as amarras.
Não resistas ao seu aperto, não.
Estou a fazer uma chamada para a unidade
Regando vozes do diário,
Vozes de um povo latente
Que sente e vive desgosto.
O que diz…
Estou cansado de andar
Sobre uma corda fina.
Sou instável equilibrista
Para esta corrida efêmera.
Não pode ser, não deve ser,
Ilusoriamente nos apegam os dias
Fazia o sublime de uma vida fácil
Que gregários nos deixa.
e o que se pode esperar? eu pergunto ,
o que procurar?,
Se cada tentativa, cada esperança
Vai ser curto com o matagal.
Isto é, movendo as engrenagens,
Mudando foco,
Revitalizando sua vontade.
Conecte-se ao ritmo vivo da terra e sinta,
Compreende que juntos somos uma força.
Tudo é possível se você tentar.
Estou cansado de andar.
Reavaliar, reinventar
Dê um trovão a elegância que asfixia.
À iniquidade que vacila no peito,
Mostrar-lhe vida.
No mogote inumar a má envolve com cal,
e em um balanço feito de notas
Balançar a vida é a nova idade!
Estou a fazer uma chamada para a unidade
Regando vozes do diário,
Vozes de um povo latente
Que sente e vive desgosto.
O que diz…
Estou cansado de andar…
Nós Representamos a nova idade,
Então.
Não amemos a velha luta,
Não vamos atrás da guerra.
Nós Representamos a nova idade,
é isso mesmo…
A nossa luta é interna,
Cada um já tem a sua brega.
(cada um já tem o seu brega),
Na alma uma trepadeira.
(cada um já tem o seu brega)
Balançar dentro da esfera.
(cada um já tem o seu brega)
Dar o exemplo é a melhor guerra.
(cada um já tem o seu brega)
Crescer de dentro para fora