Cultura Profética — En la oscuridad letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En la oscuridad" de Cultura Profética.

Letra

En la oscuridad las sombras toman vida,
Y la falta de colores crea imágenes escondidas.
Noche desabriga, piel cautiva, y yo a tu costilla,
Hipnotizado al mando de tu olor.
En la oscuridad, se hinchan los labios de la dicha,
Manos observan sin prisa, sonidos enfatizan,
Y todo el viento nos traspasa y pasa,
Y la sensación no acaba, tarda.
En la oscuridad, abro surcos en mi pecho,
Para que entre tu gracia en mítu techo, túcasa,
Rico ritual de intimidad.
En la oscuridad pongo todo en el ritmo,
Y del resto se encarga el instinto.
En la oscuridad, me pongo de cuclillas,
Y te expongo al instante al temblor de una estampida.
Siento tu piel como se eriza,
Y asíse destila en nosotros el futuro.
En la oscuridad, me tomo el tiempo necesario,
Tiempo que no es en vano, el tiempo en que nos exploramos.
Llegamos a la cima, y nos quedamos alláarriba,
Lejos de la ciudad.
En la oscuridad, abro surcos en mi pecho,
Para que entre tu gracia, en mítu techo, túcasa,
Rico ritual de intimidad.
En la oscuridad, pongo todo en el ritmo,
Y del resto se encarga el instinto.
En la oscuridad…
En la oscuridad…
En la oscuridad…
En la oscuridad…
En la oscuridad, abro surcos en mi pecho,
Para que entre tu gracia, en mítu techo, túcasa,
Rico ritual de intimidad.
En la oscuridad, pongo todo en el ritmo,
Y del resto se encarga el instinto.
En la oscuridad, abro surcos en mi pecho,
Para que entre tu gracia, en mítu techo, túcasa,
Rico ritual de intimidad.
En la oscuridad, pongo todo en el ritmo,
Y del resto se encarga el instinto.
En la oscuridad…
En la oscuridad…
En la oscuridad…
En la oscuridad.

Tradução da letra

No escuro as sombras ganham vida,
E a falta de cores cria imagens escondidas.
Noite desabra, pele cativa, e eu à tua costela,
Hipnotizado no comando do teu cheiro.
No escuro, os lábios da felicidade incham,
As mãos observam sem pressa, os sons enfatizam,
E todo o vento nos atravessa e passa,
E a sensação não termina, demora.
No escuro, eu abro sulcos no meu peito,
Para que a tua graça entre no teu telhado, tucasa,
Rico ritual de intimidade.
No escuro eu coloco tudo no ritmo,
E o resto é o instinto.
No escuro, eu me agachei,
E exponho-te imediatamente ao tremor de uma debandada.
Sinto a tua pele a ficar eriçada,
E assim destila em nós o futuro.
No escuro, eu tomo o tempo necessário,
Tempo que não é em vão, o tempo em que nos exploramos.
Chegamos ao topo, e ficamos láacima,
Longe da cidade.
No escuro, eu abro sulcos no meu peito,
Para que entre Tua graça, em meu teto, tucasa,
Rico ritual de intimidade.
No escuro, eu coloco tudo no ritmo,
E o resto é o instinto.
No escuro…
No escuro…
No escuro…
No escuro…
No escuro, eu abro sulcos no meu peito,
Para que entre Tua graça, em meu teto, tucasa,
Rico ritual de intimidade.
No escuro, eu coloco tudo no ritmo,
E o resto é o instinto.
No escuro, eu abro sulcos no meu peito,
Para que entre Tua graça, em meu teto, tucasa,
Rico ritual de intimidade.
No escuro, eu coloco tudo no ritmo,
E o resto é o instinto.
No escuro…
No escuro…
No escuro…
No escuro.