Cretin — Making Roadkill letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Making Roadkill" de Cretin.
Letra
Shambling down the roadside
Cheering as he goes
A manic, flailing cretin
In filthy, tattered clothes
Dead things are his playmates
He takes them in his care
Clutching limbs and tails
He whips roadkill through the air
He uses them in puppet shows
Hung around his shack
Stuffs his backpack full of fur
Some bloody most are flat
Tied onto his belt of rope
A skirt of sunbaked stink
Running out of furry friends
He strokes their pelts and thinks
Setting makeshift traps
He titters and he claps
Birdies, fish, and rats
Are crammed in burlap sacks
He drags the critters to the street
Waits for cars to pass
Then throws them at the tire wells
It kills them very fast
Sometimes lucky animals
Scurry past unharmed
Cretin screams and gives up chase
But catching them is hard
Drags them from their dens
Yanks them from their pens
They bite his scabby hand
He tosses them again
One day running after prey
A stormy winter day
An orange van hits the man
And breaks both of his legs
He drags himself back to his fort
Despite the biting pain
And wraps himself in animals
Roadkill that he made
Tradução da letra
A vaguear pela estrada
A aplaudir à medida que vai
Um cretino maníaco e vaidoso
Em roupas sujas e esfarrapadas
Os mortos são os seus companheiros de brincadeira.
Ele cuida deles.
Agarrar membros e caudas
Ele bate na estrada através do ar
Ele usa-os em espectáculos de fantoches.
Pendurado no barracão
Enche a mochila dele de pêlo.
Alguns sangrentos a maioria é plana
Amarrado ao seu cinto de corda
Uma saia de cheiro a espuma
A ficar sem amigos peludos
Ele acaricia-lhes as peles e pensa
Configurar armadilhas improvisadas
Ele bate e bate palmas
Pássaros, peixes e ratos
Estão amontoados em sacos de serapilheira
Ele arrasta as criaturas para a rua
Espera que os carros passem
Depois atira-os para os poços de pneus.
Mata-os muito depressa.
Às vezes animais sortudos
Passar ileso
O cretino grita e desiste da perseguição.
Mas apanhá-los é difícil.
Arrasta-os do seu covil
Tira-os das suas canetas
Mordem-lhe a mão sarnenta.
Ele atira-os outra vez.
Um dia correndo atrás da presa
Um dia de Inverno tempestuoso
Uma carrinha laranja bate no homem.
E parte as duas pernas.
Ele arrasta-se de volta para o seu forte.
Apesar da dor de morder
E envolve-se em animais
Atropelamento que ele fez