Country Joe & The Fish — Who Am I letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Who Am I" de Country Joe & The Fish.

Letra

Who am I to stand and wonder, to wait
While the wheels of fate slowly grind my life away?
Who am I?
There were some things that I loved one time
But the dreams are gone I thought were mine
And the hidden tears that once could fall
Now burn inside at the thought of all
The years of waste, the years of crime
Passions of a heart so blind
To think that but even still
As I stand exposed, the feelings are felt
And I cry into the echo of my loneliness.
Who am I to stand and wonder, to wait
While the wheels of fate slowly grind my life away?
Who am I?
What a nothing I’ve made of life
The empty words, the coward’s plight
To be pushed and passed from hand to hand
Never daring to speak, never daring to stand
And the emptiness of my family’s eyes
Reminds me over and over of lies
And promises and deeds undone
And now again I want to run
But now there is nowhere to run to.
Who am I to stand and wonder, to wait
While the wheels of fate slowly grind my life away?
Who am I?
And now my friend we meet again
We shall see which one will bends
Under the strain of death’s golden eyes
Which one of us shall win the prize
To live and which one will die
'Tis I, my friend, yes 'tis I Shall kill to live again and again
To clutch the throat of sweet revenge
For life is here only for the taking.
Who am I to stand and wonder, to wait
While the wheels of fate slowly grind my life away?
Who am I?
Who am I?

Tradução da letra

Quem sou eu para ficar de pé e pensar, para esperar
Enquanto as rodas do Destino lentamente moem a minha vida?
Quem sou eu?
Houve algumas coisas que amei uma vez.
Mas os sonhos foram-se. pensei que fossem meus.
E as lágrimas escondidas que uma vez poderiam cair
Agora arde por dentro pensando em tudo
Os anos de desperdício, os anos de crime
Paixões de um coração tão cego
Pensar isso, mas mesmo assim ...
Enquanto estou exposto, os sentimentos são sentidos
E choro no eco da minha solidão.
Quem sou eu para ficar de pé e pensar, para esperar
Enquanto as rodas do Destino lentamente moem a minha vida?
Quem sou eu?
Que nada fiz da vida
As palavras vazias, a situação dos cobardes
Para ser empurrado e passado de mão em mão
Nunca ousando falar, nunca ousando ficar de pé
E o vazio dos olhos da minha família
Lembra-me vezes sem conta as mentiras
E promessas e feitos desfeitos
E agora outra vez quero correr
Mas agora não há para onde fugir.
Quem sou eu para ficar de pé e pensar, para esperar
Enquanto as rodas do Destino lentamente moem a minha vida?
Quem sou eu?
E agora, meu amigo, encontramo-nos de novo.
Veremos qual vai ceder.
Sob a pressão dos olhos de ouro da morte
Qual de nós ganhará o prémio?
Para viver e qual deles morrerá
Sou eu, meu amigo, sim, vou matar para viver de novo e de novo
Para agarrar a garganta da doce vingança
Pois a vida está aqui apenas para ser tomada.
Quem sou eu para ficar de pé e pensar, para esperar
Enquanto as rodas do Destino lentamente moem a minha vida?
Quem sou eu?
Quem sou eu?