Coroner — Sirens letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sirens" de Coroner.
Letra
Oh how I lived the game
When we were dancin' on bridges
High above rivers of tears and
The lightness of innocence gave us wings
We were sleepin' covered
By darkness' black velvet
So far from coldness
So far from light
Where is the place
I used to hide
Where are the hearts
Once given to me
And I can feel it now
The white cold hand
For the first time I’m getting hurt
By the thorns of the roses in my hand
Time is returning to its realm
And it’s slowly melting away
Like deep red wax
Leaving pools of blood
Where is the place
I used to hide
Where are the hearts
Once given to me
And sweet voices…
Turn into sirens
Foretelling…
The presence of death!
Oh how I lived the game
When we were dancin' on bridges
High above rivers of tears and
The lightness of innocence gave us wings
We were sleepin' covered
By darkness' black velvet
So far from coldness
So far from light
Where is the place
I used to hide
Where are the hearts
Once given to me
And sweet voices…
Turn into sirens
Foretelling…
The presence of death!
Tradução da letra
Oh como eu vivi o jogo
Quando dançávamos em pontes
Bem acima de rios de lágrimas e
A leveza da inocência deu-nos asas
Nós dormíamos cobertos
De veludo preto das trevas
Tão longe da frieza
Tão longe da luz
Onde é o lugar?
Eu costumava esconder-me.
Onde estão os corações
Uma vez dado a mim
E posso senti-lo agora
A mão branca fria
Pela primeira vez estou a magoar-me.
Pelos espinhos das Rosas na minha mão
O tempo está voltando ao seu reino
E está lentamente a derreter
Como cera vermelha profunda
Deixando poças de sangue
Onde é o lugar?
Eu costumava esconder-me.
Onde estão os corações
Uma vez dado a mim
E vozes doces…
Transformar-se em sirenes
Predizer…
A presença da morte!
Oh como eu vivi o jogo
Quando dançávamos em pontes
Bem acima de rios de lágrimas e
A leveza da inocência deu-nos asas
Nós dormíamos cobertos
De veludo preto das trevas
Tão longe da frieza
Tão longe da luz
Onde é o lugar?
Eu costumava esconder-me.
Onde estão os corações
Uma vez dado a mim
E vozes doces…
Transformar-se em sirenes
Predizer…
A presença da morte!