Cora Vaucaire — Chanson tendre letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Chanson tendre" de Cora Vaucaire.
Letra
L’auberge au milieu des lilas.
On entendait sous les branches, (On entendait dans .)
Les oiseaux chanter dimanche
Et ta chaste robe blanche,
Paraissait guider mes pas.
Tout avait l’air à sa place,
Même ton nom dans la glace,
Juste à la place où s’efface,
Quoi qu’on fasse,
Toute trace.
Et je croyais presqu’entendre
Ta voix tendre murmurer
«Viens plus près»
J'étais ému comme autrefois
Dans cette auberge au fond des bois,
J’avais des larmes dans les yeux (J'avais des larmes pleins .)
Et je trouvais ça merveilleux.
Durant toute la journée,
Après tant et tant d’années, (Dans la chambre abandonnée)
Dans ta chambre abandonnée, (Depuis tant et tant d’années)
Je nous suis revus tous deux.
Mais rien n'était à sa place;
Je suis resté, tête basse,
À me faire dans la glace
Face à face
La grimace…
Enfin j’ai poussé la porte,
Que m’importe
N. I. NI
C’est fini
Pourtant quand descendit le soir
Je suis allé tout seul m’asseoir (Je suis venu tout seul m’asseoir)
Sur le banc de bois vermoulu
Où tu ne revins jamais plus.
Tu me paraissais plus belle,
Plus charmante, plus cruelle
Qu’aucune de toutes celles
Pour qui mon cœur a battu.
Et je rentrai, l'âme lasse,
Chercher ton nom dans la glace (Tout avait l’air à sa place)
Juste à la place où s’efface (Même ton nom sur la glace)
Quoi qu’on fasse
Toute trace.
Mais avec un pauvre rire (Puis avec un pauvre rire)
J’ai cru lire:
«Après tout,
On' s’en fout.»
Tradução da letra
A pousada no meio de lilases.
Ouvimos debaixo dos ramos .)
Os pássaros cantam domingo
E o teu vestido branco casto,
Parecia guiar os meus passos.
Tudo olhou em seu lugar,
Até o teu nome no gelo,
Apenas no lugar onde se desvanece,
O que quer que façamos,
Rastro.
E pensei que quase conseguia ouvir
Sua voz suave murmurando
"Aproximacao»
Fiquei comovido como antes.
Nesta pousada no fundo da floresta,
Eu tinha lágrimas nos meus olhos (eu tinha lágrimas cheias .)
E eu achei maravilhoso.
Durante todo o dia,
Depois de tantos anos, (na sala abandonada)
Em seu quarto abandonado, (por tantos anos)
Eu vi-vos aos dois.
Mas nada estava no seu lugar;
Eu fiquei, cabeça para baixo,
Para me fazer no gelo
Cara a cara
Careta…
Finalmente empurrei a porta,
O que me importa?
N. I. NI
Acabou.
Porém, quando desceu à noite,
Eu fui sozinho para sentar (eu vim sozinho para sentar)
No Banco do absinto
Onde nunca mais voltas.
Parecias-me mais bonita.,
Mais charmoso, mais cruel
Que nenhum destes
Para quem o meu coração batia.
E voltei para casa, alma cansada,
Procure seu nome no gelo (tudo olhou em seu lugar)
Mesmo no lugar onde desaparece (até o seu nome no gelo)
O que quer que façamos
Rastro.
Mas com um riso pobre (então com um riso pobre)
Pensei que tinha lido:
"Afinal de contas,
Não queremos saber.»