Coque Malla — La carta (En casa de Coque Malla) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La carta (En casa de Coque Malla)" de Coque Malla.

Letra

Todo lo que quiero que no sepas está escrito en una carta
Y la carta está enterrada en el centro de la Tierra
Nunca quise hacerlo pero todo lo que tengo es mi deseo de estar dentro de
agujeros
Y a la vez tocar el cielo con la punta de los dedos
Y tendrás que venir a buscarme…
¿A dónde vas? ¿a dónde vas?
Toda la vida esperándote…
Yo ya se que no eres alguien que provoque indiferencia, pero no tengo paciencia
Y ahora mismo quiero estar en otra parte
Ha caído ya el telón y no me queda munición
Solo una extraña sensación
De haber perdido el tiempo hurgando en tu cajón
Y llamando tu atención
Y tendrás que venir a buscarme…
¿A dónde vas? ¿a dónde vas?
Toda la vida esperándote…
Y estar ardiendo en el centro del incendio
Debería estar rodeado de seis leones hambrientos
Debería ser el árbol que se parte con el rayo, que se envía desde el cielo
Debería estar ardiendo, debería darme cuenta de lo que tengo delante
Deberían remplazarme aunque fuera por un instante
Debería haberte dicho que tengo ganas de matarte
Debería tantas cosas… pero ahora ya nada de eso es importante
¿A dónde vas? ¿a dónde vas?
Toda la vida esperándote…
Toda la vida esperándote…
Toda la vida esperándote…

Tradução da letra

Tudo o que quero que não saibas está escrito numa carta
E a carta está enterrada no centro da Terra
Eu Nunca quis fazê lo mas tudo que eu tenho é o meu desejo de estar dentro
buracos
E ao mesmo tempo tocar o céu com as pontas dos dedos
E vais ter de me vir buscar…
Onde vais? onde vais?
Toda a vida à tua espera…
Eu já sei que não és alguém que cause indiferença, mas não tenho paciência
E agora quero estar noutro lugar
A cortina já caiu e não tenho munições
Apenas uma sensação estranha
Se tivesse perdido tempo a vasculhar a tua gaveta
E chamando sua atenção
E vais ter de me vir buscar…
Onde vais? onde vais?
Toda a vida à tua espera…
E estar a arder no centro do incêndio
Deve estar cercado por seis leões famintos
Deve ser a árvore que é dividida com o raio, que é enviado do céu
Devia estar a arder, devia perceber o que tenho à minha frente
Deviam substituir me mesmo que fosse por um instante
Devia ter-te dito que queria matar-te
Devia ter tantas coisas pero mas agora nada disso é importante
Onde vais? onde vais?
Toda a vida à tua espera…
Toda a vida à tua espera…
Toda a vida à tua espera…