Collage — Un' altra estate letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Un' altra estate" de Collage.
Letra
Quando finisce una storia
non serve più piangere
Quando finisce un amore
non serve discutere
Chiudi i tuoi sogni delusi in un vecchio barattolo
gettalo a mare e aspetta solo che affondi giù
Quando la sabbia arrossisce
le ombre si allungano
Quando una lama di luna sperduta ci illumina
mentre curiosi tendiamo le mani per prenderci
piccoli onde i tuoi ricordi cancellano
E ritorna un’altra estate
ricomincia un altro amore sul tuo viso da inventare
carezze da rubare e da restituire
E ritorna un’altra estate
porta sempre un batticuore
questa volta siamo noi puoi ridere se vuoi
ma è troppo tardi ormai.
Quando ritrovi l’amore
puoi anche commuoverti
È come un amico lontano che viene a riprenderti
guarda stanotte che notte mi sembra una favola
sembra che il mare respiri piano negli occhi tuoi…
E ritorna un’altra estate ricomincia un altro amore
sul tuo viso da inventare
carezze da rubare e da restituire
Quando torna un’altra estate
sei il ritratto dell’amore
questa volta siamo noi
tocchiamo ferro, vuoi,
che non finisca mai.
Tradução da letra
Quando uma história acaba
não precisas de chorar mais.
Quando um amor acaba
não é preciso discutir.
Fecha os teus sonhos desapontados num frasco Velho
atira-a borda fora e espera que se afunde.
Quando a areia corar
sombras esticam
Quando uma lâmina lunar distante nos ilumina
enquanto curiosos, estendemos a mão para nos apanhar.
pequenas ondas as tuas memórias apagam
E voltar outro verão
começa de novo outro amor na tua cara para inventar
carícias para roubar e voltar
E voltar outro verão
ele está sempre a usar um quebra-corações.
desta vez somos nós. podes rir-te se quiseres.
mas agora é tarde demais.
Quando encontrares o amor
você também pode ser movido
É como um amigo distante que te vem buscar.
Olha que noite de conto de fadas esta noite.
parece que o mar respira suavemente nos teus olhos…
E voltar outro verão começa outro amor
na tua cara para inventar
carícias para roubar e voltar
Quando outro verão voltar
és o retrato do amor
desta vez somos nós.
vamos tocar no ferro, queres?,
que nunca acabe.