Claudio Lolli — Viaggio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Viaggio" de Claudio Lolli.

Letra

E da un’uscita di galleria
Col cuore in gola, ti trovi in faccia il sole
Che ti fruga i pensieri:
Ti legge dentro la nostalgia
Del buio fresco in cui fino a ieri
Gettavi via i tuoi giorni d’eternità
Ma la voglia di vivere
Forse ti salverà
All’uscita di una galleria
Vivere è perdersi e ritrovarsi
Corrersi dietro per poi lasciarsi andare
Una volta di più
Vivere è una tela di cose
Con cui riempire i lunghi intervalli
Tra un momento e l’altro di felicità
E la voglia di vivere
Forse ti porterà
Se il suo sole corto basterà
Ed in un viaggio può capitare
Di ritrovarsi a contare tutto
Quel che è stato di te
Quello che hai dato, quel che hai avuto
Quel che hai trovato, quel che hai perduto
Quello che hai chiuso
E quello di te che hai aperto
Ma la voglia di vivere
Nel suo tratto scoperto
In un viaggio ti capiterà
Cose che passano, non ti voltare
Non riuscirai a trattenere un giorno
Un silenzio di più
Cose che passano, vestiti stretti
Amori che hanno disfatto i letti
Che hanno raccolto i semi e la sterilità
Di una voglia di vivere
Che è già nostalgia
E si entra in un’altra galleria

Tradução da letra

E a partir de uma saída de túnel
Com o teu coração na garganta, encontras o sol na tua cara
Que gosta dos teus pensamentos:
Ele lê-te com nostalgia.
Da escuridão fria na qual até ontem
Deita fora os teus dias de eternidade
Mas o desejo de viver
Talvez te salve.
À saída de um túnel
Viver é perder-se e encontrar-se
A correr para trás e depois a deixar ir
Novamente
Viver é uma tela de coisas
Para preencher os longos intervalos
Entre um momento de felicidade
E o desejo de viver
Talvez te leve
Se o seu sol breve for suficiente
E numa viagem pode acontecer
Para te encontrares a contar tudo
O que te aconteceu?
O que deste, o que tens
O que encontraste, o que perdeste
O que fechaste
E a que abriste
Mas o desejo de viver
No seu trecho descoberto
Em uma viagem você vai acontecer
Coisas que passam, não se virem
Um dia não conseguirás conter-te.
Mais um silêncio
Passar coisas, roupas apertadas
Amores que desfizeram as camas
Que recolheu as sementes e a esterilidade
De um desejo de viver
Isso já é nostalgia.
E você entra em outra galeria