Claude Nougaro — La danse letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La danse" de Claude Nougaro.
Letra
Petits chats, petits rats avec nos frêles os Nous allions à l'école de danse
A la barre de chêne se pliaient les roseaux
De nos corps amoureux de cadences
La danse est une cage où l’on apprend l’oiseau
Nous allions à l'école de danse
Face à la grande glace, petits canards patauds
Nous vivions pour le bonheur insigne
De voir nos blancs tutus reflétés par les eaux
Du lac noir où meurt La Mort du Cygne
La danse est une étoile, qu’elle est loin, qu’elle est haut
Sur les pointes on lui faisait des signes
Dans un coin du studio, le piano convolait
Hardiment vers des prouesses russes
Et le plancher des vaches de son mieux décollait
Sous nos pieds ivres de sauts de puce
La danse est une bête, la sueur est son lait
Le désir, sa coutume et ses us Alors, chacun les bras en c ur, corps à couteaux tirés
Se tendait vers la ligne suprême
Vers les extrémités d’un ciel, d’un soleil délivré
De la nuit et de ses théorèmes
La danse est un espace où les ronds sont carrés
Où le temps, ô miracle, nous aime
Sur des rythmes d’Astaire, des tambours brésiliens
Elle danse, la Danse, elle danse
Pas par pas, bond par bond, elle brise les liens
De nos poids épris de transcendance
Paysanne est la danse, le cosmos est son grain
En sabots de satin, le balance
Petits chats, petits rats avec nos frêles os Nous allions à l'école de danse
A la barre de chêne se pliaient les roseaux
De nos corps amoureux de cadences
La danse est une cage où l’on apprend l’oiseau
Nous allions à l'école de danse
(Merci à Evelyne pour cettes paroles)
Tradução da letra
Pequenos gatos, pequenos ratos com os nossos ossos frágeis fomos para a escola de dança
Num bar de carvalho dobrado a canas
Dos nossos corpos apaixonados por cadências
A dança é uma gaiola onde aprendemos o pássaro
Íamos para a escola de dança.
Diante do grande gelo, pequenos Patauds Patos
Vivemos para a felicidade do distintivo.
Ver o nosso tutus branco reflectido pelas águas
Lago Negro onde a morte do Cisne morre
A dança é uma estrela, que está longe, que é alta
Nas dicas foram feitos sinais para ele
Num canto do estúdio, o piano ficou complicado.
Ousadamente para a proeza russa
E o chão das vacas no seu melhor decolou
Sob os nossos pés bêbados de saltos de chip
A dança é uma besta, o suor é o seu leite
O desejo, o seu costume e os seus nós então, cada braço no coração, corpo com facas desenhadas
Tendendo para a linha Suprema
Até os confins de um céu, um sol entregue
Da noite e dos seus teoremas
A dança é um espaço onde as rodadas são quadradas
Onde o tempo, ó milagre, nos ama
Em ritmos Astéricos, tambores brasileiros
Ela dança, Ela dança, Ela dança
Passo a passo, bond A bond, ela quebra os laços
Dos nossos pesos amorosos pela transcendência
O camponês é a dança, o cosmos é o seu grão
Em tamancos de cetim, a escala
Pequenos gatos, pequenos ratos com os nossos ossos frágeis fomos para a escola de dança
Num bar de carvalho dobrado a canas
Dos nossos corpos apaixonados por cadências
A dança é uma gaiola onde aprendemos o pássaro
Íamos para a escola de dança.
(Agradecimentos a Evelyne para estas palavras)