Clarika — La Petite Boite letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Petite Boite" de Clarika.

Letra

On est comme une seule personne
Les paroles d’un même refrain
De la matière qui fusionne
Deux êtres pour le prix d’un
Le soleil nous chauffe pareil
Et la pluie plaque nos cheveux
On aime quand le vent balaie
Les toits sous un ciel trop bleu
Devant un papier à fleurs
On se mélange les doigts de la main
Pour une pub sur le bonheur
Mais quelque part bien planquée
Sous le lit ou sur l’armoire
Peut-être au fond d’un tiroir…
Y a ta petite boîte à secrets
Celle que tu ne m’ouvriras jamais
Ta petite boîte en fer
Où sont rangés tous tes mystères
Ton coffre-fort intérieur
C’est le double-fond de ton âme
La partie de ton cœur
Dont je n’aurai pas le sésame
Sous le couvercle rouillé
Un gri-gri, des carnets de route
Un morceau de phare cassé
Un sourire, l’ombre d’un doute
Des pansements que tu déchires
Un écusson décousu
Quelques promesses à tenir
Deux trois paris non tenus
Une pierre gravée au couteau
Un bout de lanière en skaï
Deux inconnus en photo
Mais quand parfois dans tes yeux
File un éclat de tristesse
Je me glisserais bien un peu
Dans ta petite boîte à secrets
Celle que tu ne m’ouvriras jamais
De l’endroit à l’envers
Passer de l’autre coté du Mystère
Mais t’en fais pas mon amour
Je laisserai sous le velours
Ces petits morceaux de toi
Car quelque part bien planquée
Sous le lit ou sur l’armoire
Peut-être au fond d’un tiroir
Il y a ma petite boîte à secrets
Celle que je ne t’ouvrirai jamais
Ma petite boîte en fer
Où sont rangés tous mes mystères
Mon coffre-fort intérieur
C’est le double-fond de mon âme
La partie de mon coeur
Dont tu n’auras pas le sésame

Tradução da letra

Somos como uma pessoa
A letra do mesmo refrão
Do material que se funde
Dois seres pelo preço de um
O sol aquece-nos da mesma forma.
E a chuva limpa o nosso cabelo
Adoramos quando o vento sopra
Os telhados sob um céu muito azul
Em frente a um papel florido
Misturamos os dedos da mão
Para um anúncio sobre a felicidade
Mas algures bem escondido
Debaixo da cama ou no armário
Talvez no fundo de uma gaveta.…
Aqui está a tua caixinha secreta.
Aquele que nunca me abrirás
A tua pequena caixa de ferro
Onde estão todos os teus mistérios guardados?
O teu cofre interior
É o duplo fundo da tua alma
A parte do teu coração
Da qual não terei sésamo
Debaixo da tampa enferrujada
A gri-gri, roadbooks
Um farol partido
Um sorriso, a sombra de uma dúvida
Ligaduras que rasgas
Um brasão de armas desarticulado
Algumas promessas a cumprir
Duas três apostas não realizadas
Uma pedra gravada com uma faca
Uma ponta de alça Skai
Dois estranhos na foto
Mas quando às vezes nos teus olhos
Dá um vislumbre de tristeza
Eu escorregava um pouco.
Na tua caixinha secreta
Aquele que nunca me abrirás
Do lugar de cabeça para baixo
Movendo-se para o outro lado do mistério
Mas não te preocupes, meu amor.
Vou deixar debaixo do veludo
Esses pequenos pedaços de TI
Porque algures bem escondido
Debaixo da cama ou no armário
Talvez no fundo de uma gaveta.
Aqui está a minha Caixinha secreta.
Aquele que nunca te abrirei
A minha pequena caixa de ferro
Onde estão todos os meus mistérios guardados
O meu cofre interior
É o duplo fundo da minha alma
A parte do meu coração
Do qual não terás sésamo