Clarika — C'Est L'Hiver letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "C'Est L'Hiver" de Clarika.

Letra

C’est l’hiver
Il fait triste dans les allées du square
C’est l’hiver
On a fermé les balançoires
L’eau du bassin a gelé
Et les nénuphars sont morts
Des feuilles craquent sous les pieds
Et le froid colore
Les joues pâles des enfants
Qui jouent avec leurs pelles
Au chaud dans leur caban
Sous la blancheur du ciel
Et tourne tourne le manège
Où frissonne le grand cheval fier
Qui regarde tomber la neige
Attendant sa belle écuyère
C’est l’hiver
Il fait triste
Et dans leurs longs manteaux
Des femmes couleur réglisse
Poussent des chariots
Peuplés de lutins blonds
Qui s’endorment en rêvant
Sous la capuche de pluie
A des bonbons géants
Elles ont dans leur cabas
Des pommes sous cellophane
Des biberons, du Coca
Des Pim’s et des bananes
Et le vieux maître chinois
Tourne ivre comme un pantin de chair
Lentement bouge ses bras
Sous le givre du saule centenaire
C’est l’hiver
Il fait triste
Au pied de la statue
Les pigeons s’y délestent
Et la saluent
Des silhouettes voûtées
Courent sous le vent glacial
Mais la bouche édentée
Du métro les avale
Elles s’en vont retrouver
D’autres coudes au comptoir
Ou devant la télé
Un gratiné du soir
C’est l’hiver
Il fait noir
Et sur un banc je pleure
Mon amour perdu
Les arbres en fleur

Tradução da letra

É Inverno
É triste nos becos da Praça
É Inverno
Fechámos os baloiços.
A água na bacia congelou
E os lírios de água estão mortos
Folhas estalam debaixo dos pés
E as cores frias
Face pálida das crianças
Que brincam com as suas pás
Quente na cabana deles
Sob a brancura do céu
E vira o carrossel
Onde o grande e orgulhoso cavalo estremece
Quem vê a neve cair
À espera do seu belo Escudeiro
É Inverno
É triste.
E em seus longos casacos
Alcaçuz de cor feminina
Carrinhos de pressão
Povoado por duendes loiros
Que adormecem sonhando
Sob o capô da chuva
Tem doces gigantes
Eles têm em seu cesto
Maçãs sob celofane
Garrafas, Coca
Pim's e bananas
E o velho mestre chinês
Fica bêbado como uma cueca de carne.
Mova os braços lentamente
Sob a geada do Salgueiro centenário
É Inverno
É triste.
Ao pé da estátua
Os pombos estão a desaparecer.
E saudá-la
Silhuetas abobadadas
Corre sob o Vento Gelado
Mas a boca desdentada
Do Metro engole-os
Eles vão encontrar-se
Outros cotovelos ao balcão
Ou em frente à televisão
Uma noite gratinada
É Inverno
Está escuro.
E num banco choro
Meu amor perdido
Árvores em flor